Panieri Atacarejo, bom negócio todo dia!
Foto: Se liga Brumado

As chuvas que caem em Brumado, além de trazer alegria ao homem do campo, tem deixado várias ruas e avenidas da cidade com grande quantidade de buracos, deixando a maioria delas intransitáveis, principalmente as que recebem um grande número de tráfego de veículos diariamente. Nos últimos dias, os buracos nas vias se multiplicaram devido as chuvas e quem transita tem feito um verdadeiro malabarismo para que o impacto seja ainda menor.  A "Capital do Minério", apelidada também de "Brumadinho de Açúcar", parece ser mesmo adocicada já que quando chove, todo calçamento parece derreter, inclusive de algumas obras executadas recentemente, mostrando a péssima qualidade do material utilizado.

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Atendendo a determinação do Superintendente Municipal de Trânsito e Transportes da Smtt Brumado, Engenheiro André Cardoso, sobre as ações educativas e de orientação no trânsito para combate a acidentes e morte no trânsito, a Coordenação de Educação no Trânsito em parceria com a Coordenação de Controle Viário e Estatísticas do SMTT estará veiculando a partir de hoje peças publicitárias e iniciando o MOVIMENTO MAIO AMARELO em BRUMADO. O Movimento MAIO AMARELO foi criado para conscientizar a sociedade da importância de um comportamento seguro no trânsito. O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas. Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e o “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “MAIO AMARELO” estimula você a promover atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito. A marca que simboliza o movimento, o laço na cor amarela, segue a mesma proposta de conscientização já idealizada e bem-sucedida, adotada pelos movimentos de conscientização no combate ao câncer de mama, ao de próstata e, até mesmo, às campanhas de conscientização contra o vírus HIV – a mais consolidada nacional e internacionalmente. Portanto, a escolha proposital do laço amarelo tem como intenção primeira colocar a necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos. Vale ressaltar que o MAIO AMARELO, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha; ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do “MAIO AMARELO” em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, quanto, na medida do possível, durante o ano inteiro. A motivação para o Movimento MAIO AMARELO não é novidade para a sociedade. Muito pelo contrário, é respaldada em argumentos de conhecimento público e notório, mas comumente desprezados, sem a devida reflexão sobre o impacto na vida de cada cidadão. Em conclusão, o MAIO AMARELO quer e espera a participação e envolvimento de todos comprometidos com o bem-estar social, educação e segurança em decorrência de cultura própria e regras de governança corporativa e função social; razão pela qual, convidamos você, sua entidade ou sua empresa a levantar essa bandeira e fazer do mês de maio o início da mudança e fazer do AMARELO, a cor da “atenção pela vida”. A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas. São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país. Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020. O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito. O problema é mais grave nos países de média e baixa rendas. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares. As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas. De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países. A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, o excesso de velocidade, não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.

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Vídeos que circularam pelas redes sociais fizeram arder ainda mais as chamas da “fogueira política” em Brumado, que foram acesas pelos PLs oriundos do Executivo, os quais geraram um clima de forte tensão na cidade, que acabou eclodindo, numa luta corporal no plenário do Legislativo que ocorreu no último dia 24 de março. Os referidos vídeos são de autoria do vereador Dudu Vasconcelos (PSDB ), o qual é filho do prefeito Eduardo Vasconcelos (PSB), nos quais ele abre a polêmica se posicionando veementemente contra os feriados santos e ainda citando um juízo de valor ao declarar que “eu sou realmente contra todo e qualquer feriado e, no caso dos que se referem ao calendário católico, eu também me posicionei contrário, nada pessoal, mas não se deve rezar para santos, pois a própria Jesus disse que ninguém vai ao Pai se não for por Ele, então, nessa questão os evangélicos estão certos”. Segundo ele “jogar moeda, protestar, até xingar, faz parte do processo democrático, mas quando se parte para a agressão física, isso é inaceitável, então diante disso, só me resta renunciar ao meu mandato, pois, de forma nenhuma compactuo com esse tipo de atitude”. Após a rápida e explosiva repercussão das divulgações dos vídeos de autoria do vereador Dudu Vasconcelos (PSDB), afirmou que tudo não passou de uma “pegadinha” de 1º de Abril.
As informações do 97News
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Devido às chuvas que têm caído na cidade nos últimos dias, o Secretário Municipal de Infraestrutura, Renato Mendonça, esteve pessoalmente visitando vários bairros e localidades do município com a finalidade de fazer uma avaliação dos estragos causados nas vias. O secretário ressaltou que o objetivo desse trabalho prévio de visita às localidades afetadas e identificação dos danos é planejar ações de recuperação das ruas. O trabalho reafirma o compromisso do Município em atender as demandas da população.
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De acordo com informações do instituto de meteorologia - Climatempo, deve continuar chovendo neste Sábado (01) e também nos próximos dias na 'Capital do Minério'. A previsão é de 33mm de chuva durante todo o dia. A temperarura deve variar entre os 21 e 27 Cº. Para ter acesso as previsões, clique aqui

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Após quatro cortes consecutivos na taxa básica de juros da economia, o governo federal reduziu os valores máximos dos juros cobrados em empréstimos consignados para servidores públicos federais, aposentados e pensionistas. Desde que foi criado, em 2008, esta é a primeira vez que o teto desse tipo de taxa de juros é reduzido para servidores públicos da União.  De acordo com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o valor para os servidores cairá de 34,5% ao ano para 29,8% ao ano. Mensalmente, o teto terá uma redução de 2,5% para 2,2%. Já os empréstimos feitos por aposentados e pensionistas terão queda de 32% para 28,9% anualmente, e de 2,34% para 2,14% a cada mês. Segundo o governo, o corte vale também para operações feitas por cartão de crédito. Com as mudanças, a equipe econômica do governo estima que serão cobrados R$ 3,7 bilhões a menos nas operações de crédito de 2017. A previsão considera que será concedido este ano o mesmo número de empréstimos de 2016. "A redução do teto das taxas de juros permitirá que servidores públicos, aposentados e pensionistas, que tenham dívidas caras, pagando até 15,88% ao mês em cartão de crédito rotativo, substituam esse crédito pelo consignado, passando a pagar bem menos", informou o órgão, por meio de nota.

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Mais 106 municípios baianos tiveram situação de emergência reconhecida pelo governo federal devido à falta de chuvas no estado. O decreto de reconhecimento foi publicado hoje (31) no Diário Oficial da União pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional. Com a inclusão de 106 cidades, o número de municípios baianos nessa situação subiu para 314. Com o reconhecimento da situação de emergência, os gestores podem solicitar apoio do governo federal para “ações de socorro, assistência à população e restabelecimento de serviços essenciais”. Além disso, os municípios terão direito a outros benefícios, como a renegociação de dívidas no setor de agricultura – para a retomada de atividades econômicas nas regiões afetadas pela seca – e poderão receber o serviço de fornecimento de água potável, pela Operação Carro-Pipa Federal. Entre os municípios que tiveram a situação de emergência reconhecida pelo governo federal está Paramirim, no sudoeste da Bahia. O prefeito da cidade, Gilberto Brito, comemorou o reconhecimento, já que a região passa por uma estiagem “totalmente agressiva”. “Nós temos aqui a Barragem do Zabumbão, e em março de 2016 estava com potencial de 45 milhões de metros cúbicos de água. Mas em março deste ano, esse potencial chegou somente a 22 milhões. Nossa esperança é a chuva, que pode aumentar um pouco o nível, mas mesmo assim não será suficiente porque o período chuvoso na nossa região é no verão.” Após a publicação do reconhecimento da situação de emergência no Diário Oficial da União, a medida vale por 180 dias.

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O espaço de eventos Rossi Show, na Lagoa Funda será reinaugurado em grande estilo neste sábado (01), a partir das 22h. Para comemorar, a produção do local apresentará shows com; Ed Rossi - O Rei do Arrasta-pé e a banda Magnatas que é considerada uma das maiores bandas bailes do Brasil. Mesas e ingressos podem ser reservados em Tiazinha Distribuidora e no Posto Lagoa Funda. 

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por Daniela Amorim | Estadão Conteúdo,

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 13,2% no trimestre encerrado em fevereiro de 2017, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados na manhã desta sexta-feira, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou dentro das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma taxa de desemprego entre 12,50% e 13,40%, com mediana de 13,20%. Em igual período de 2016, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 10,2%. No trimestre encerrado em janeiro de 2017, o resultado ficou em 12,60%. O País registrou o patamar recorde de 13,547 milhões de pessoas desempregadas no trimestre encerrado em fevereiro de 2017, dentro da série histórica da Pnad Contínua, iniciada no primeiro trimestre de 2012 pelo IBGE. O resultado significa que há mais 3,176 milhões de desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um aumento de 30,6%. Ao mesmo tempo, o total de ocupados caiu 2,0% no período de um ano, o equivalente ao fechamento de 1,788 milhão de postos de trabalho. A taxa de desemprego de 13,2% no trimestre até fevereiro de 2017 é, também, a mais alta já registrada na série histórica da pesquisa. A taxa de desemprego só não foi mais elevada porque 730 mil brasileiros migraram para a inatividade no período de um ano. O aumento na população que está fora da força de trabalho foi de 1,1% no trimestre encerrado em fevereiro ante o mesmo período de 2016. O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 53,4% no trimestre até fevereiro, o mais baixo de toda a série histórica. A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.068 no trimestre até fevereiro. O resultado representa estabilidade em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 180,2 bilhões no trimestre até fevereiro, estável ante igual período do ano anterior. Desde janeiro de 2014, o IBGE passou a divulgar a taxa de desocupação em bases trimestrais para todo o território nacional. A pesquisa substituiu a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que abrangia apenas as seis principais regiões metropolitanas, e também a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) anual, que produzia informações referentes somente ao mês de setembro de cada ano. O mercado de trabalho brasileiro perdeu 1,134 milhão de vagas com carteira assinada no período de um ano. O total de postos de trabalho formais no setor privado encolheu 3,3% no trimestre encerrado em fevereiro de 2017, ante o mesmo período do ano anterior, segundo os dados da Pnad Contínua. Já o emprego sem carteira no setor privado teve aumento de 5,5%, com 531 mil empregados a mais. O total de empregadores cresceu também 9,5% ante o trimestre encerrado em fevereiro de 2016, com 359 mil pessoas a mais. O trabalho por conta própria encolheu 4,8% no período, com 1,129 milhão de pessoas a menos nessa condição. Houve redução ainda de 161 mil indivíduos na condição do trabalhador doméstico, 2,6% de ocupados a menos nessa função. A condição de trabalhador familiar auxiliar também encolheu, -2,9%, com 66 mil ocupados a menos.

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