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As chuvas que caem em Brumado, além de trazer alegria ao homem do campo, tem deixado várias ruas e avenidas da cidade com grande quantidade de buracos, um destes lugares é a Avenida Lindolfo Azevedo Brito, saída de Brumado, sentido Livramento, a qual recebe um grande número de tráfego de veículos diariamente. Nos últimos dias, os buracos na via se multiplicaram e quem transita por ali tem feito um verdadeiro malabarismo para que o impacto seja ainda menor. Segundo comerciantes do local, os buracos já ocupam as duas faixas da pista e impedem um boa trafegabilidade. A "Capital do Minério", apelidada também de "Brumadinho de Açúcar", parece ser mesmo adocicada já que quando chove, todo calçamento parece derreter.

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Você tem um grupo de dança e quer mostrar para todo o talento nas pistas? Então chegou a hora! Vem aí o Concurso Verão Dance. As etapas do concurso acontecem nos dias 7, 8, 14,15, 21, 22, 28 e 29 de janeiro 2017, das 12h às 16h, na AABB, em Brumado, e podem ser inscrever grupos de dançarinos com idade superior a 14 anos, com grupos composto de no mínimo 3 e no máximo 6 participantes. As inscrições devem ser realizadas na AABB, com o valor de R$15, por integrante. O concurso tem como objetivo incentivar os trabalhos de dança realizados na Capital do Minério e região. “ A dança, o desempenho e a interpretação oferecem a real oportunidade de crescimento nas diversas modalidades, através de intercâmbios entre grupos de dança”, disse Lilian Santos, organizadora do evento. Durante a competição, haverá ainda shows com Dj Coala. Adriano Souza, Lucas Aguiar e  Lyrio Barbosa. As camisas do evento estão a venda na AABB. Informações pelos telefones: (77) 77 3441-5013 (AABB) ou WhatsApp 9.8821-0406.
 

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De acordo com informações do instituto de meteorologia - Climatempo, deve continuar chovendo neste terça-feira (13) e também nos próximos dias na 'Capital do Minério'. A previsão é de 35mm de chuva, sol com muitas nuvens durante o dia, períodos de nublado, com chuva a qualquer hora. A temperarura deve variar entre os 23 e 28 Cº. Para ter acesso as previsões, clique aqui

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O plenário do Senado votará nesta terça-feira (13), em segundo turno, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55, que estabelece um limite de gastos públicos pelos próximos 20 anos. A votação já estava marcada para hoje, mas havia de possibilidade de ser adiada por conta do afastamento do presidente do Senado, Renan Calheiros, na semana passada, o que fez a casa não realizar algumas sessões previstas.  Os senadores já aprovaram a PEC 55 em primeiro turno, por 61 votos a 14, mas a Proposta precisa passar pelo segundo turno, já que se trata de uma mudança na Constituição. Tido como prioridade pelo presidente Michel Temer, o projeto precisa do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores para ser aprovado. Com o objetivo de suspender a votação, duas senadoras chegaram a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro da Corte Luís Roberto Barroso analisou pedido semelhante, mas negou.  A PEC prevê que a fixação do teto para os gastos seja válido por 20 anos, a partir de 2017, com a possibilidade de revisão a partir do décimo ano de vigência. A proposta prevê que os gastos públicos totais serão reajustados com base na inflação oficial do ano anterior.

3ª Festa do Maracumbu
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O Ministério da Saúde divulgou o resultado da licitação realizada para compra de repelentes que serão distribuídos para 484 mil gestantes do Bolsa Família. A empresa vencedora ofereceu um preço abaixo do previsto, R$ 82,2 milhões. O edital previa um gasto de R$ 208,8 milhões com os repelentes. O processo foi aderido por 23 empresas. A necessidade de distribuição de repelentes para grávida se deu após a epidemia de zika vírus, que pode ocasionar microcefalia nos bebês. O edital estimava R$ 0,06 por hora de repelência, a estimativa era a compra de três bilhões de horas, que seria a quantidade suficiente para proteger os nove meses da gravidez. A pasta está analisando a proposta e os documentos de habilitação para comprovação dos requisitos exigidos pelo Ministério. Os repelentes, que serão fornecidos em forma de gel, loção, aerossol ou spray, serão distribuídos em até 15 dias após a assinatura de contrato. Os produtos têm que oferecer no mínimo quatro horas de proteção, conforme registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As informações são do Bahia notícias.
 

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A visita do Governador à cidade de Brumado foi confirmada nesta segunda-feira (12) pela Prefeitura Municipal. Segundo informações, o prefeito e alguns secretários irão recepcionar Rui Costa no Aeroporto Sócrates Marianne Bittencourt na quarta-feira (14), por volta de 9h da manhã e seguirão para a Fazenda Lameirão, onde acontecerá a entrega de cerca de 13 Sistemas Simplificados de Água para várias localidades rurais e logo em seguida, será realizado a entrega dos equipamentos e materiais da UTI, localizada no Hospital Municipal Professor Magalhães Neto.

 

 

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Por Tailane Muniz | Correio 24 horas,

O analista técnico do Ministério Público Federal na Bahia, Wallace Sousa Duarte, 40 anos, foi morto asfixiado, a mando do namorado Gabriel de Araújo Rodrigues, 20, e teve parte do corpo incendiado. Segundo a polícia, o crime foi cometido pelo cantor da banda Vamo Nessa, Israel Melo de Souza, 20. O crime ocorreu no dia 22 de junho, mas a polícia só elucidou o caso agora. De acordo com a diretora adjunta do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a delegada Clelba Regina Teles, Wallace e Gabriel mantinham um relacionamento há dois anos e o crime foi motivado por dinheiro. Segundo a delegada, o crime teve motivação fútil. "Foi dinheiro mesmo. Ambos assumiram o crime, mas Gabriel foi ouvido e liberado. A prisão preventiva dos dois já foi solicitada", informou. Nenhum deles têm passagens pela polícia. A delegada informou que Israel executou e torturou a vítima com murros, pontapés, além de ter causado a morte da vítima por asfixia mecânica. No dia do crime, a Wallace teria saído de casa, no bairro da Vila Laura, depois de receber uma ligação. Ele disse à tia, que morava com ele, que voltaria, mas desapareceu. A família chegou a registrar o desaparecimento na delegacia, no dia 29 de junho. No entanto, o corpo já tinha dado entrada no Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IML), no dia 23 de junho, como indigente. O corpo foi encontrado em chamas pela Polícia Militar (PM), na Rua Paquistão, na região da Brasilgás. Já o carro de Wallace, um Siena cinza, só foi encontrado no dia 20 de julho, na Região do Parque São Bartolomeu, no Subúrbio. Só então, a família soube que Wallace estava morto. O corpo foi identificado um dia depois do carro ser localizado, quando o pai da vítima, o aposentado Antônio Bonfim Duarte, 70 anos, foi no IML e realizou exame das digitais. "Meu filho era um rapaz de bem. Eu quero olhar nos olhos dele" disse o aposentado, que não sabia que o filho era gay. Wallace era filho dele do primeiro casamento. O cartão de crédito da vítima foi utilizado pelos suspeitos até o dia 5 de outubro, de acordo com o pai. A informação foi confirmada pela delegada."Eu não sei qual a motivação, meu filho não tinha inimigos. Eu não quero falar nada, só quero olhar para ele e desejar que ele pense sobre tudo isso na cela em que ficar para o resto da vida" disse o pai. Para a madrasta da vítima, a aposentada Mirane Angélica Borges, 65, só a maldade explica uma morte como essa. "Maldade, muita maldade. Meu filho era um homem bom, trabalhador. Lutou pra conseguir chegar onde chegou. Se formou, passou no concurso que quis e acabou morto brutalmente", lamentou. Enquanto os pais lamentavam a perda e choravam durante todo o tempo da apresentação, que ocorreu no final da manhã desta segunda-feira (12), no DHPP, Israel ficou calado o tempo inteiro. Representantes do MPF também estiveram na apresentação, mas não quiseram falar. Israel foi preso em Nazaré das Farinhas, no Recôncavo Baiano. Já Gabriel, foi preso em Pirajá, mas liberado, porque tem residência fixa e não foi o autor do crime. A delegada informou que foi solicitada à Justiça a prisão temporária dos dois.

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Um dos seis sobreviventes do desastre aéreo que vitimou a equipe do Chapecoense no último dia 28, o jornalista Rafael Henzel, da rádio Oeste Capital FM 93,3, relatou detalhes sobre o que aconteceu no momento do acidente, em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo. Segundo Henzel, ele estava em uma poltrona na traseira do avião, ao lado do repórter Renan Agnolin, colega na mesma rádio, e o cinegrafista da RBS Djalma Araújo Neto, ambos mortos com a queda. Ele estava no banco do meio. "A gente perguntava para os comissários: quanto faltava? Dez minutos. De repente, desligaram as luzes do avião. Desligaram os motores. E aí todo mundo voltou pro seu assento e... colocou o cinto.  A hora em que isso aconteceu causou um certo temor. Mas ninguém, ninguém imaginaria que a gente bateria naquele morro", contou. Ele afirma que não houve alerta por parte da equipe da companhia aérea sobre o que estava acontecendo. "Nenhum segundo alguém da cabine ou comissário falou: 'coloquem os cintos de segurança porque há risco disso ou daquilo'". "Nós ficamos voando... sem saber absolutamente nada do que iria acontecer". De acordo com o jornalista, ele percebeu temor na atitude de alguns comissários de voo. "Dois dos sobreviventes estavam trás de mim. Dois bolivianos. Eu reparei que houve uma aflição muito grande. Por parte da comissária que sobreviveu. Ela foi pro lugar dela, ela colocou o cinto de segurança. Eu vi ela muito aflita. E quando ela ficou muito aflita, a aflição tomou conta". No momento da queda do avião, que se chocou contra uma montanha no povoado de Cerro Gordo, próximo ao aeroporto de Medellín, na Colômbia, não houve pânico. "Um silêncio assim, estarrecedor. A gente não sabia o que estava acontecendo. Até que veio o choque". Ele disse não se lembrar da pancada, mas recorda-se do momento em que começou a chegar o resgate. "Primeiro achei que era um filme. Achei que era um sonho. E que ia despertar logo desse sonho. Comecei a observar que vinha gente com algumas luzes, os socorristas. E aí eu comecei a gritar. Comecei a chamar por socorro, dizendo que eu estava ali". Ele estava preso em duas árvores. “E aí com árvores em cima das minhas pernas". Neste momento, ele percebeu que Agnolin e Araújo Neto estavam mortos. "O momento mais triste pra mim foi ver os dois colegas meus do lado... chamei pelos dois. Lamentei muito. Mas tive que buscar forças, apesar de estar com sete costelas quebradas. Não foi fácil, nada fácil mesmo. Chovia, 12 graus de temperatura. Foi muito íngreme a subida. Não tinha trilha de onde a gente estava. Os socorristas foram fortes". Henzel considera um milagre o fato de ter sobrevivido e espera por justiça.  "O que eu fico mais impressionado é que as pessoas morreram não por uma falha mecânica. As pessoas morreram por uma falta de... discernimento. De um sujeito que, de repente, por uma economia boba... Isso é revoltante".
 

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No começo da manhã desta segunda-feira (12), como já previsto pela meteorologia, a chuva voltou a cair forte em Brumado. Na cidade já tem registros de alguns pontos de alagamento e ruas esburacadas. O muro de um terreno localizado na Av. Otávio Mangabeira desabou devido as últimas chuvas. A temperatura para o dia de hoje ficará entre 23 e 32 ºC e a previsão aponta 8mm de chuva. Ainda segundo a meteorologia, deve continuar chovendo forte durante a semana (clique e confira

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Para pagar mais barato nas ligações de celular, muitos brasileiros costumam ter mais de um chip no mesmo aparelho, ou usar vários aparelhos. Assim, é possível ligar para o número de uma mesma operadora pagando menos e, às vezes até de graça. Mas esse hábito está mudando no país, porque o preço das ligações entre operadoras diferentes vem sendo reduzido nos últimos anos.  “Isso reduziu o fenômeno do 'consumidor com todos os chips'. O motivo principal para ter os chips de todas as operadoras era economizar. Com preços menores de ligações para operadoras distintas, o consumidor percebeu que poderia ter somente um chip. Com isso, temos a redução do número de linhas, pois muitos planos pré-pagos estão sendo desativados”, explicou o pesquisador em telecomunicações do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Rafael Zanatta, à Agência Brasil.  Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com preços menores para chamadas entre operadoras diferentes, o mercado de múltiplos chips perdeu espaço, gerando cancelamentos dos consumidores que possuíam linhas móveis de diferentes prestadores. Entre outubro de 2015 e outubro deste ano, foram desligadas 26,3 milhões de linhas de celulares no país, uma queda de 9,62%. Só entre setembro e outubro de 2016, a queda foi de 3,5 milhões de linhas. Atualmente, o país tem 247,4 milhões de linhas de celulares ativas. A queda maior foi na modalidade pré-paga. Em outubro do ano passado, 73,5% do total de clientes de celulares tinham linhas pré-pagas e, em outubro deste ano o percentual passou para 68,75%. A Anatel também aponta a desaceleração da economia como um dos motivos do encolhimento da base de acessos móveis. Outro fator apontado para a queda no número de celulares no país é a mudança na forma de comunicação dos brasileiros, que estão deixando de usar o telefone para falar e usando mais aplicativos de troca de mensagens. “As pessoas estão escrevendo mais do que falando. Preferem aplicações como WhatsApp e Telegram, pois são práticas e permitem uma comunicação mais fluida”, diz Zanatta. Segundo ele, os consumidores perceberam que precisam de apenas um telefone celular com um bom pacote de dados de conexão. “Todo usuário de WhatsApp precisa da internet como suporte. As pessoas querem conexão a todo momento”, diz. As operadoras de telefonia apontam ainda outro motivo para a queda no número de linhas de celulares ativas no último ano: o aumento de impostos sobre o setor de telecomunicações em alguns estados. Segundo o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, 12 estados aumentaram o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a telefonia em 2016. “Na medida em que você aumenta o imposto sobre a voz, você vai empurrando a população para os serviços de texto que não pagam imposto nenhum. É um contrassenso o que os estados estão fazendo”, reclama Levy. As informações são da Agência Brasil.

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