Foto: André Borges / Agência Brasília

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (9) que os estados da Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro adotarão a dose fracionada da vacina contra febre amarela. Com a medida, a pasta busca garantir o fornecimento do imunizante nessas regiões. A meta é vacinar 19,7 milhões de pessoas em 75 municípios destes estados. Na Bahia, a campanha acontece em oito municípios - de 19 de fevereiro a 9 de março - com meta de 3,3 milhões de imunizados. O fracionamento permite que uma dose, anteriormente aplicada em uma só pessoa, seja utilizada em quatro. De acordo com o Ministério da Saúde é possível aplicar uma dose em cinco pessoas, mas foi definida uma "margem de segurança". "Há oito anos se acompanham os resultados com pessoas que receberam a dose fracionada e a imunização é a mesma dos que receberam a dose padrão", ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Ainda assim, crianças de nove meses até dois anos, pessoas com condições clínicas específicas (como pacientes com HIV/Aids), gestantes e viajantes internacionais continuarão com a dose padrão. As vacinas serão fornecidas e produzidas por Bio-Manguinhos, laboratório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O Ministério da Saúde pontuou que estudos garantem que a dose fracionada mantém a pessoa imune à doença por pelo menos oito anos. "Nós acompanharemos os estudos. Se em um determinado momento, a dose fracionada apresentar uma redução, vamos chamar de volta. Pode ser que algum dia, se precisar, vamos chamar para um reforço", acrescentou Barros. O Ministério informou ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) autoriza o fracionamento em casos especiais.

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Foto: reprodução

Mais de 800 aparelhos de ar-condicionado foram adquiridos pela prefeitura através da Secretaria Municipal de Educação para serem instalados nas escolas da rede pública de ensino. Segundo professores, nos últimos anos tem sido observado a dificuldade dos alunos durante as aulas devido a forte onda de calor. O projeto havia sido aprovado pela Câmara de Vereadores, porém só agora a atual administraçao conseguiu recursos suficientes para atender o pedido. A expectativa é que a instalação em todas as escolas terminem antes do início das aulas. 

Foto: Ascom / PGE

A sede do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) vai realizar plantão nos dois últimos domingos deste mês, dias 21 e 28 de janeiro, para concluir o recadastramento dos eleitores de Salvador até o próximo dia 31. Com a proximidade do final do prazo, longas filas se formaram nos locais onde é possível fazer o serviço na cidade. A sede do TRE-BA fica na 1ª Avenida do Centro Administrativo da Bahia (CAB), nº 150. Desde o último dia 6, já ocorre plantão aos sábados no local. O atendimento aos finais de semana segue o horário habitual, de 8h às 18h, sempre por ordem de chegada. Para tentar diminuir o tempo de espera na fila, o TRE-BA já disponibilizou este mês 126 guichês somente na sede do órgão. “Como estamos na reta final do recadastramento biométrico, nosso objetivo é alcançar o maior número de eleitores possíveis, com isso não mediremos esforços para que aqueles que ainda não fizeram o procedimento venham aos cartórios e informem seus dados biométricos”, comentou o presidente do TRE da Bahia, desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano.

Foto: reprodução / Conversa de balcão

Em meio às manifestações de fé dos Ternos de Reis em todo estado, a obra Reiseiros, vida de sorte e saúde lança o documentário “Tudo tem um tempo”. O longa retrata a peregrinação dos reiseiros da comunidade do Riacho da Vaca, situada no Alto Sertão da Bahia, durante os seis dias de ritual do Santo Reis. O lançamento acontecerá no dia 12 de janeiro, às 19h, no cine-teatro da Casa Anísio Teixeira, com a presença dos realizadores e do grupo do Terno de Reis do Riacho da Vaca. A entrada é gratuita e aberta ao público.  O filme integra a obra Reiseiros, projeto enquadrado com o título  Trilha de Reis. A iniciativa conta com o patrocínio da Coelba e Governo do Estado, através do Fazcultura, da Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Produzido pela Olho de Peixe Filmes, o documentário de 90 min, traduz, numa linguagem intimista, as peculiaridades da manifestação de fé e cultura sertaneja. “Através das narrações e vivências dos integrantes do tradicional Terno de Reis dessa comunidade quilombola, buscamos ressaltar a visão de mundo do sertanejo e a importância de se cultivar valores como a fé, a simplicidade e a solidariedade como a melhor forma para se viver e aproveitar a vida”, explica Sabrina Alves, sócia da produtora Olho de Peixe e uma das idealizadoras do projeto. O lançamento abrirá o fim de semana no qual será realizado o XXXII Festival de Reisado de Caetité, evento que reúne os principais Ternos de Reis da região, preservando a cultura milenar que atravessa gerações. “Retornar para a região no mês de janeiro, período simbólico para a cultura do Reisado e poder lançar o filme do projeto, juntamente com um evento tão tradicional, é a melhor forma de iniciarmos essa fase do trabalho e dar visibilidade a essa tradição que não pode acabar”, afirma Cristiano Britto, sócio da Olho de Peixe. O projeto contempla também uma websérie com 10 episódios, disponível no site www.reiseiros.com, e um livro. A publicação, que reúne fotos e textos do tradicional e singular Reisado do Alto Sertão da Bahia, será lançada em março, no Espaço Glauber Rocha, em Salvador. O evento de lançamento também contará com a exibição inédita do filme na capital baiana. 

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O evento de inauguração do Espaço do Baiano na Fazenda Ariri, próximo da Lagoa Funda acontece no dia 27 de janeiro, a partir das 22:00 horas e promete uma noite histórica. O Cigano Cantador e Os Gargantas de Ouro prometem shows incríveis. 

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por Felipe Frazão | Estadão Conteúdo,

O fundo eleitoral bilionário criado para bancar as campanhas políticas com recursos públicos retirou R$ 472,3 milhões originalmente destinados pelos parlamentares para educação e saúde neste ano. Deputados federais e senadores, quando aprovaram a destinação de verbas para as eleições, haviam prometido poupar as duas áreas sociais de perdas. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que o fundo receberá R$ 121,8 milhões remanejados da educação e R$ 350,5 milhões da saúde. O valor corresponde à transferência de dinheiro das emendas de bancadas - que seria destinado a esses setores - para gastos com as campanhas eleitorais deste ano. O fundo, aprovado em 4 de outubro do ano passado, é uma alternativa à proibição das doações empresariais e receberá, no total, R$ 1,75 bilhão. Desse montante, R$ 1,3 bilhão sairá das emendas de bancada, cujo pagamento é obrigatório pelo governo, e R$ 450 milhões da isenção fiscal que seria concedida a rádios e TVs para veicular programas partidários. O dinheiro será distribuído aos partidos de acordo com o tamanho de suas bancadas na Câmara e no Senado. A criação do fundo é contestada por ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria da ministra Rosa Weber. Ela decidiu levar o caso ao plenário da Corte e ainda não há data para o julgamento. A verba retirada da saúde para abastecer o caixa das campanhas seria suficiente, por exemplo, para arcar com a construção de 159 novas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), com sete leitos, dois médicos e atendimento médio de 150 pacientes por dia ou financiar 859 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Os recursos que deixaram de ser aplicados em educação equivalem a 34% de todos os pagamentos que o governo realizou no ano passado no Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância): R$ 355 milhões, conforme dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O dinheiro serve para construir e equipar creches. Os principais articuladores da reforma política, quando a proposta tramitou no Congresso Nacional, afirmaram que as duas áreas não seriam prejudicadas. "Não aceito que mexa um centavo de saúde e educação", disse àépoca o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). Um dos idealizadores do uso das emendas como fonte de recursos, o senador Romero Jucá (MDB-RR), líder do governo Michel Temer, também rechaçou as perdas: "A proposta que eu fiz não tira dinheiro da educação, da saúde, de lugar nenhum". Procurados, eles não foram encontrados para comentar o assunto. Além das verbas de saúde e educação, R$ 828 milhões foram retirados de áreas como segurança pública, infraestrutura, obras contra a seca e agricultura. O ensino superior também foi afetado. A Universidade Federal do Acre (UFAC) teve R$ 6 milhões transferidos e a Universidade Federal do Amapá (Unifap) ficou sem a emenda que previa R$ 27 milhões para a conclusão das obras do Hospital Universitário. A expansão dos câmpus da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES) perdeu R$ 33 milhões. De acordo com o governo, as emendas são impositivas, ou seja, após aprovadas, têm de ser pagas. A definição sobre seu destino, no entanto, cabe ao Congresso, e o governo não se pronuncia sobre o assunto. O Orçamento dos ministérios não muda com o fundo. Em reportagem publicada ontem, o Estado mostrou que, desde 2014, o valor liberado de emendas parlamentares foi o maior em 2017. Para chegar ao valor retirado da saúde e da educação, o levantamento feito pelo jornal comparou a dotação das emendas originais apresentadas pelos parlamentares com o que foi aprovado na Comissão Mista do Orçamento (CMO) e no plenário do Congresso Nacional. Cada uma das 27 bancadas apresentou duas emendas impositivas, que somavam R$ 162,4 milhões. Como esse recurso não precisa obrigatoriamente ser investido em uma área específica, houve uma redução proporcional de 30% no valor para ser destinado ao fundo eleitoral, como determina a nova lei. Somente a bancada paranaense apresentou suas emendas já prevendo uma parte dos recursos para o fundo eleitoral. Em novembro, reportagem do jornal antecipou que o impacto mínimo só na área da saúde seria de R$ 70 milhões. O montante final dependia da fase de discussões que os parlamentares realizaram em dezembro na Comissão Mista do Orçamento. Como os parlamentares não optaram por priorizar as áreas sociais, poupando-as do remanejamento para custear as campanhas eleitorais, o valor total subiu. O presidente da CMO, senador Dario Berger (MDB-SC), e o relator da Lei Orçamentária Anual de 2018, deputado Cacá Leão (PP-BA), fizeram um acordo para realizar um corte homogêneo sobre as duas emendas de cada bancada, sem sacrificar apenas uma delas.

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por Luciana Collet | Estadão Conteúdo,

A falta de chuvas de 2017 vai pesar no bolso dos consumidores em 2018. Após um ano com um volume de afluências abaixo da média, que levou a um elevado consumo de energia a partir de usinas térmicas, mais caras, a tarifa de luz deve subir em um ritmo maior neste ano. E isso mesmo considerando que o atual período chuvoso, iniciado em novembro, tem se mostrado mais favorável. As projeções variam, mas os reajustes das tarifas de energia devem superar os 10%, em média. Uma parcela significativa desse reajuste vem do aumento do custo da energia, pressionado pelo déficit hidrológico (GSF), estimam especialistas. Pelos cálculos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o déficit hidrológico médio de 2017 ficou em 79%, o que significa que as hidrelétricas geraram 21% menos do que o volume de energia que tinham direito de comercializar. Para compensar a menor geração hídrica, foram acionadas termelétricas, que produzem uma energia mais cara, gerando custo adicional para o sistema. Esse custo deveria ser coberto pela receita proveniente das bandeiras tarifárias, mas tendo em vista o alto preço da energia de curto prazo registrado ao longo do ano, justamente pela geração térmica, o valor arrecadado não tem sido suficiente para fazer frente às necessidades. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) chegou a elevar o valor da cobrança adicional com o acionamento das bandeiras, a partir de novembro, e ainda liberou um recursos proveniente de um outro encargo, a Conta de Energia de Reserva (Coner), de maneira a reduzir o descompasso entre gastos e receitas. Ainda assim, a projeção é de déficit significativo. Pelas regras do setor, quando a receita com as bandeiras tarifárias não é suficiente para cobrir os custos, as distribuidoras arcam com compromisso e, no momento do reajuste, o saldo dessa conta entra no cálculo da tarifa, de forma a zerar os passivos. Considerando os dados até novembro, a Aneel indicou um saldo negativo de R$ 4,8 bilhões para compensação futura, por meio das bandeiras tarifárias ou dos reajustes mensais. A estimativa da Associação de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) indica que o déficit das distribuidoras com o custo hidrológico deve somar cerca de R$ 4,3 bilhões em 2017. A leve redução deve ser possível tendo em vista que em dezembro vigorou a bandeira vermelha patamar 1, que adiciona R$ 3 a cada 100 KWh consumidos, gerando receita para a Conta Bandeiras, ao mesmo tempo em que o déficit hidrológico e os preços da energia de curto prazo foram menores que o de meses anteriores. No entanto, para janeiro, a Aneel definiu que a bandeira tarifária é verde - sem custo extra para os consumidores -, reduzindo o montante arrecadado na conta bandeiras. Com isso, o passivo a ser repassado para as tarifas pode ser maior. A consultoria Thymos Energia estima que as distribuidoras que têm reajuste no primeiro semestre - empresas como Cemig, Enel, Light e algumas concessionárias da CPFL, por exemplo - terão um reajuste entre 10% e 15%. "O que vai acontecer é que esse saldo não vai ficar zerado e esse acúmulo, bem acentuado por conta de GSF baixo com PLD alto, vai puxar a componente de CVA", explica o presidente da Thymos, João Carlos Mello, referindo-se à Conta de Compensação de Variação de Valores de Itens da Parcela A, um mecanismo que calcula as variações de valores de custos não gerenciáveis (Parcela A) ocorridas entre reajustes tarifários anuais das distribuidoras de energia. Na data do reajuste anual, se a CVA estiver negativa, há repasse desse montante para tarifa. Se a conta estiver positiva, o saldo é usado para abater o reajuste anual das tarifas. Diego Aspeé, consultor da Thymos, não descarta aumentos até superiores aos 15% e lembra que o alto custo com GSF já penalizou os consumidores das distribuidoras que têm reajuste no final do ano, como CPFL Piratininga, Celg e EDP SP, que anotaram aumentos entre 15% e 24%, influenciados também por outros fatores, como o início do pagamento de indenizações às transmissoras. Para estas e outras distribuidoras com aniversário de contrato no segundo semestre, ele considera que o ritmo de reajuste dependerá do volume de chuvas nos próximos meses e do preço spot de energia. "O viés é de alta, mas vai depender da janela de CVA. Pode haver uma compensação, se o primeiro semestre for favorável", diz. A TR Soluções, empresa especializada na análise e cálculo de estruturas tarifárias, projeta um reajuste médio das tarifas de energia de 9%, considerando 40 distribuidoras do País que respondem por cerca de 97% do mercado brasileiro. Dentre as empresas com aumento nas contas de luz acima da média nacional, segundo a empresa, estão as distribuidoras do Rio de Janeiro - Light e Enel Rio (antiga Ampla), justamente as primeiras concessionárias de grande porte a passarem por processos tarifários neste ano, em 15 de março. O aumento estimado é da ordem dos 10%. Mais otimistas, os analistas do Banco Santander estimam um aumento médio de 5,9% nas contas de luz, no cenário base, considerando o acionamento da bandeira vermelha patamar 1 ao longo de 2018, que levaria ao equacionamento do passivo na CVA. Para a equipe, em seu cenário mais otimista, a bandeira amarela seria acionada em meados de 2018, o que poderia contribuir para um reajuste de apenas 1,9% das tarifas, sempre levando em conta que não haveria passivos a serem cobertos nos reajustes anuais. Neste cenário, o banco prevê que os reajustes devem ser mais baixos nas distribuidoras com reajuste no primeiro semestre e mais elevados para as concessionárias que têm aniversário de contrato na segunda metade do ano. Para a equipe de análise, o acionamento da bandeira verde em janeiro antecipa o movimento de menor pressão tarifária já esperado por conta da melhora da hidrologia, provocando um impacto positivo para o consumidor. Embora considerem que o cenário mais provável ainda é de bandeira amarela para 2018, os profissionais do banco passaram a trabalhar com a probabilidade de que a bandeira verde seguirá válida por mais alguns meses. Além do custo com o déficit hidrológico, os especialistas também citam os encargos setoriais como fator de pressão nas tarifas de energia. No final de dezembro, a Aneel anunciou um aumento de 22,88% na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), o que corresponde a um impacto médio nas tarifas de 2,14%, com diferenças no peso da cobrança por regiões. Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o impacto será de 2,72%, e no Norte e Nordeste, de 0,77%, segundo cálculos da própria agência. Mas a TR Soluções calcula que o impacto médio deve ser maior, de 3,7% nas tarifas, chegando a 4,5% para consumidores das regiões Sul e Sudeste-Centro Oeste. A consultoria explica que sua estimativa é superior à divulgada pela Aneel porque a análise considera também o componente financeiro do aumento no encargo, não apenas o econômico. A TR lembra que haverá o impacto da retirada de componente financeiro negativo nas contas da CDE, referente a um desconto dado da ordem de R$ 10,00 por MWh, por conta de uma cobrança a maior, e que fica em vigor até o evento tarifário de cada concessionária em 2018.

Foto: reprodução

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Foto: Dominique Dierick / Nasa

O dia 31 de janeiro representará a reunião de três fenômenos simultâneos, a primeira vez em 150 anos: a Superlua, a Lua Azul e a Lua de Sangue. De acordo com a revista Superinteressante, a Lua Azul é o único evento dos três que não é astronômico, mas sim tem relação com a forma de marcar o tempo – de acordo com calendário lunar, um mês dura 29,5 dias, enquanto o calendário gregoriano tem entre 30 e 31 dias – por causa dessa diferença, há fases cheias de tempos em tempos, o que é chamado de Lua Azul. A última vez em que isso aconteceu foi no dia 2 de julho de 2015. A Superlua, por sua vez, é quando o satélite terrestre aparece 14% maior e 30% mais brilhante no céu. Para isso, a lua precisa estar na fase cheia e estar mais próxima da Terra que o normal, o chamado perigeu (o momento em que a lua alcança o ponto mais distante do planeta corresponde ao “apogeu”). Já a “Lua de Sangue”, que também precisa de uma lua cheia, é o momento em que o satélite fica exatamente entre a Terra e o Sol, configurando um eclipse lunar total, ficando com uma cor avermelhada.

Foto: Divulgação

O policial militar Cléber Ribeiro foi um dos formandos do Curso Especial de Formação de Sargentos que aconteceu na última quinta-feira (04). O evento solene aconteceu na área cívica do 9iº BEIC em Vitória da Conquista.

Foto: Se liga Brumado

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