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O Ministério da Saúde alertou para o alto risco de retorno da poliomielite em pelo menos 312 cidades brasileiras, publica o Estadão. Na lista de maior risco para a pólio estão municípios que não atingiram 50% da cobertura vacinal (a recomendação é de que a cobertura seja superior a 95%). A situação mais grave é na Bahia, onde 15% dos municípios imunizaram menos do que 50% das crianças, seguido do Maranhão, com 14,29%.

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Por Correio 24 horas,

A Bahia registrou 207 casos e 27 mortes causados pela gripe H1N1 neste ano, segundo dados divulgados na quarta-feira (27) pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Os números foram registrados até o dia 23 de junho, de acordo com a pasta. Ao todo, são 1.326 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no ano, com 107 mortes. Destes, 277 foram por conta da influenza - a H1N1 é um subtipo da doença.  Foram confirmados casos de gripe H1N1 em 51 municípios do estado - 15 deles registraram mortes. Em Salvador, foram 13 óbitos em decorrência do vírus. Os outros municípios que registraram mortes foram Apuarema, Camaçari, Feira de Santana, Irará, Juazeiro, Lauro de Freitas, Monte Santo, Morro do Chapéu, Retirolândia, Saúde, Sapeaçu, Serrinha, Uruçuca e Vitória da Conquista, cada um com uma morte. A faixa etária de maior ocorrência de SRAG são os maiores de 60 anos e os menores de cinco anos, sendo que 59,25% dos óbitos ocorreram nesses grupos. Existem três tipos de vírus influenza/gripe que circulam no Brasil: A, B e C. O tipo C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública, e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável por grandes pandemias como a da H1N1. A vacina contra gripe ofertada no Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra estes tipos de três vírus.

A TV Bahia, afiliada da Rede Globo, fez um pedido de desculpas ao público na manhã desta quinta-feira (21). O motivo foi a notícia veiculada no Jornal da Manhã nesta quarta (20) dando conta da queda de um avião de pequeno porte no mar do Rio Vermelho, em Salvador. O episódio foi classificado como fake news e viralizou nas redes sociais depois que órgãos como Marinha e Aeronáutica descartaram toda e qualquer hipótese de ocorrência de acidente na região. Na edição do jornal matutino desta quarta, a apresentadora Thaic Carvalho relatou que a equipe esteve no local para noticiar o que teria sido visto por moradores e pescadores da área. Ao público, a emissora pediu desculpa pelo "erro involuntário".

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Entre 0h desta quinta-feira (21) e 23h59 da próxima segunda-feira (25), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), na Bahia, realiza a 'Operação São João 2018', quando intensifica a fiscalização nas rodovias que cortam o estado. O objetivo principal é impedir que a elevação do fluxo de veículos possa contribuir para ocorrências de acidentes graves, além de implementar as ações de policiamento para repressão à criminalidade. No período junino, a Superintendência Regional da Bahia (SRPRF/BA) receberá o incremento de 30 policiais lotados em outras regionais onde o São João não afeta de maneira tão significativa o trânsito quanto na Bahia. Serão PRFs de Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e São Paulo. Eles trabalharão integrados aos 495 policiais da Bahia, em escala de revezamento, envolvidos na Operação. De acordo com o órgão, o excesso de velocidade é a infração de trânsito mais cometida nas rodovias federias do estado. Sendo assim,  a PRF operará com 11 radares medidores de velocidade portáteis, dispostos ao longo dos pontos com maior probabilidade de ocorrerem acidentes. Além dos equipamentos portáteis, estarão em operação os radares fixos ao longo das BRs 324 e 116. Outro foco da operação é o combate à condução sob efeito de álcool e para isso a fiscalização também será intensificada. Serão 101 equipamentos distribuídos nas viaturas e nas Unidades Operacionais, permitindo ao policial efetuar o teste em qualquer abordagem ao longo dos trechos fiscalizados. Serão empregados ainda equipes de policiamento especializado do Núcleo de Operações Especiais (NOE), dos Grupos de Patrulhamento Tático (GPT) e do Grupo de Motociclistas da Regional (GMR). Essas equipes atuarão de acordo com as suas especificidades, realizando, além da fiscalização de trânsito, o enfrentamento à criminalidade. No caso do GMR, atuarão na fiscalização específica de veículos de duas rodas, tornando-a mais eficiente e segura.

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O número de mortes causadas pelo vírus H1N1 subiu para 26 na Bahia, de acordo com informações da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), divulgadas nesta quarta-feira (20). Os dados se referem até o dia 16 de junho. São 4 mortes a mais do que no último boletim, com dados referentes até o dia 9 de junho, que registrava 22 mortes (lembre aqui). Ainda de acordo com os dados apresentados pelo boletim, o número de casos confirmados de H1N1 no estado passou de 181 para 199. Até o dia 16 de junho, foram notificados 1.297 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com 103 óbitos. Entre os casos, 261 foram confirmados pela influenza. No mesmo período no ano passado, foram registrados 353 casos e 33 óbitos de SRAG. De acordo com o G1, até 16 de junho, os casos confirmados de H1N1 ocorreram em 50 municípios, sendo que 14 deles registraram óbitos: Salvador (13); Apuarema (1); Camaçari (1); Feira de Santana (1); Irará (1); Juazeiro (1); Lauro de Freitas (1); Monte Santo (1); Retirolândia (1); Saúde (1); Sapeaçu (1); Serrinha (1); Uruçuca (1) e Vitória da Conquista (1). Maiores de 60 anos e menores de cinco anos estão dentro da faixa etária de maior ocorrência, sendo que 61,53% dos óbitos ocorreram nesses grupos. A vacinação contra a gripe foi prorrogada, em todo o país, até a sexta-feira (22). Até esta terça-feira (19), apenas 72% do público-alvo foi vacinado. A meta do Ministério da Saúde é 90%. As informações são do Bahia notícias.

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