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O ministro da Secretaria do Governo, Geddel Vieira Lima, já entregou a carta de demissão à Presidência da República. A informação foi confirmada por assessor da Presidência pela Globo News. Na manhã desta sexta-feira (25), já era especulada (clique aqui e aqui) a saída do peemedebista, após o agravamento da crise gerada pelas denúncias do ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, que pediu demissão na última sexta-feira (18), alegando que Geddel o tinha pressionado para atuar junto ao Iphan para liberar parecer favorável à construção do empreendimento La Vue, na Ladeira da Barra, em Salvador.  Na carta, Geddel afirma que voltará à Bahia "diante da dimensão das interpretações dadas" e pede desculpas a Temer "aos que estão sendo por elas alcançados". 

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A 35ª Vara de Salvador considerou a prática de revistar empregados, realizada pelo supermercado Atakarejo, como prática ilícita. De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), o supermercado fazia uma revista íntima de empregados ao fim de seus plantões. De acordo com o procurador do trabalho, Pedro Lino de Carvalho Júnior, que moveu uma ação civil pública contra o supermercado, o MPT tentou um termo de ajuste de conduta, "mas a empresa não aceitou e manteve a mesma postura, não nos restando outra alternativa (sic) senão ajuizar a ação na Justiça do Trabalho", explicou. Lino de Carvalho ressaltou que a empresa confessou que realizava o ato ao afirmar em uma audiência no MPT que “a conduta da empresa é lícita, tratando-se de mera abertura de sacola/bolsa na frente do encarregado de prevenção”. A juíza substituta Maíra Guimarães Araújo de la Cruz reconheceu a confissão da empresa e determinou a suspensão imediata da prática nas unidades do Atakarejo. Caso o ato não seja suspenso, o supermercado pagará R$ 5 mil de multa por dia de reincidência. O Ministério Público do Trabalho continua com a ação civil pública requerendo danos morais coletivos no total de R$ 300 mil.

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O Ministério da Saúde lançou hoje (21) edital do pregão eletrônico para compra dos repelentes que serão distribuídos para 484 mil gestantes do Bolsa Família. Os produtos podem ser fornecidos em forma de gel, loção, aerossol ou spray e oferecer, no mínimo, quatro horas de proteção, conforme registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O uso de repelentes é uma recomendação constante do Ministério da Saúde desde que a infecção por Zika em gestantes começou a ser relacionada com o nascimento de bebês com malformações neurológicas. A previsão de distribuição do produto para as grávidas do Bolsa Família começou a ser feita ainda em dezembro de 2015. A distribuição do produto faz parte do Plano de Enfrentamento ao Aedes aegypti e à Microcefalia. A abertura do pregão, que definirá a empresa fornecedora do produto para o Ministério da Saúde, está prevista para o dia 1º de dezembro, às 9h (horário de Brasília). Poderão participar do processo empresas que estiverem previamente credenciadas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (SICAF), por meio da página: www.comprasnet.gov.br. Os interessados deverão encaminhar a proposta de preço pelo sistema eletrônico até a data e horário marcados para abertura da sessão. A empresa vencedora será a que oferecer o menor preço. A compra deverá ser entregue até 15 dias depois da assinatura do contrato da empresa com o Ministério da Saúde.

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O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, afirmou no início da tarde desta terça-feira (22), após encontro com o presidente Michel Temer, que não vai mais comentar as denúncias do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, de que ele teria feito pressão para liberar um parecer favorável a um prédio em Salvador onde comprou um apartamento. “Esse assunto está encerrado. Como está na Comissão de Ética, não vou mais comentar com a imprensa. Peço que me respeitem”, disse o ministro. Na segunda-feira (21), a Comissão de Ética da Presidência decidiu por unanimidade abrir um processo para investigar a conduta do ministro. Nesta terça-feira, Geddel não quis responder se já tinha sido notificado, mas o presidente da Comissão, Mauro Menezes, disse que o ministro receberia o aviso ainda ontem e teria o prazo de dez dias para apresentar sua defesa.

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A Black Friday acontece nesta sexta-feira (25) em todo o Brasil e deve oferecer grandes descontos de produtos e serviços. Porém, desde que começou a ser realizada no Brasil em 2010, não é raro que algumas lojas aproveitem essa data para anunciar como promocionais itens com preços semelhantes aos verificados antes do período, ou elevem o preço do produto semanas antes para passar a impressão de que houve desconto. Segundo a Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor de Salvador (Codecon), essa prática é chamada de maquiagem de preço e é considerada publicidade enganosa. O órgão informou que fiscais estarão nas ruas a partir desta quarta (23) para fiscalizar os preços das lojas e evitar publicidades falsas ou abusivas. Além disso, a Codecon orienta os consumidores a pesquisar com atenção se os produtos realmente estão mais baratos na hora de realizar as compras presencialmente ou a distância (através da internet). Outro cuidado importante, principalmente se a compra for feita pela internet, é pesquisar a idoneidade da loja, verificando se ela possui endereço físico e canal de relacionamento com o consumidor. No ato da compra online, sempre é bom imprimir as páginas com a oferta do produto à venda, suas características e informações sobre a garantia. A Codecon também aconselha o consumidor a prestar atenção ao prazo de entrega e desconfiar de preços muito abaixo da média. É necessário pesquisar bastante também na concorrência. O consumidor que se sentir lesado ou quiser denunciar abuso pode entrar em contato com a Codecon pelo telefone 156. Com informações do Bahia notícias.

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