Foto: Divulgação / Pedro Moraes / GOVBA

Com a abertura do parque de energia solar da empresa Enel Green Power, considerado o maior do país em Bom Jesus da Lapa, o estado lidera no setor de comercialização de energia solar fotovoltaica. A empresa divulga que a energia gerada pelo local é suficiente para atender 166 mil lares por ano, evitando a emissão de cerca de 200 mil toneladas de CO2 na atmosfera. Secretário estadual de Desenvolvimento Econômico (SDE), Jaques Wagner explica a Bahia está buscando empresas investidoras que se preocupem com o meio ambiente, agreguem valor ao estado e tragam benefícios à população.  "No segmento de energia renovável, estamos dando o exemplo para o Brasil. Somos líderes no país comercialização de projetos de energia solar com a participação de 31% nos leilões”, falou. A previsão é que durante um ano outros 10 municípios, dentre eles Tabocas do Brejo Velho e Caetité sejam beneficiados com 49 projetos com aportes de R$ 6,1 bilhões. Desde o licenciamento dessas empresas, a regularização fundiária, a logística para transporte de equipamentos até a articulação com sindicatos e secretarias é realizada pela SDE. Além disso, a agilidade das prefeituras é outro ponto fundamental para a instalação dos empreendimentos.  “Em Bom Jesus da Lapa, a prefeitura acompanhou de perto os licenciamentos ambientais e aprovou a diminuição dos encargos para a implantação”, explicou o prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro.

Foto: reprodução

O prefeito ACM Neto (DEM) ainda não confirmou sua candidatura ao governo do Estado, mas lidera pesquisa de intenção de voto para o posto, com 54,5%, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, solicitado pela Record Bahia. O governador Rui Costa (PT) obteve 24,1% dos votos; seguido do senador Otto Alencar (PSD), que teve 4,7% e Fábio Nogueira (Psol), com 2,9%. Neste cenário, 4,3% disseram não saber em quem votar e 9,5% não escolheriam nenhum dos candidatos. No segundo cenário, sem Otto, ACM Neto cresce ligeiramente, passando a 56,4% das intenções de voto, assim como Rui Costa, que obteve 25,8%. Fábio Nogueira reduz a margem e passa a 3,1%. O índice dos que não souberam praticamente se mantém (4,5%), enquanto se eleva um pouco os que não escolheriam nenhum dos candidatos: 10,2%. Um terceiro cenário, sem Rui, mas com Otto, dá vantagem a Neto, que foi escolhido por 65,3% dos entrevistados. O senador teria 10,6% dos votos, enquanto Fábio Nogueira mantém os 4,5%. Aumenta, neste caso, a quantidade dos que não saberiam em quem votar (5,1%) e mais ainda os que não escolheriam nenhum dos candidatos (14,4%). Rui lidera no quarto cenário, sem Neto: tem 47,2% das intenções de votos. Otto obtém seu melhor resultado (13,8%), assim como Fábio Nogueira (5,7%). Neste cenário, porém, 7,5% dizem não saber em quem votar, enquanto 25,8% afirmaram que não votariam em nenhum dos postulantes. Considerando eventual segundo turno entre o prefeito ACM Neto e o governador Rui Costa, o primeiro receberia 58,4%; o segundo, 28,8%; 3,9% não saberiam em quem votar; e 8,9% rejeitam os dois candidatos. Foram entrevistadas 1.510 pessoas em 70 municípios baianos, entre os dias 31 de maio e 4 de junho. A margem de erro da pesquisa é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. 

Foto: reprodução

Quatro cidades da Bahia aparecem entre as 10 mais violentas do Brasil, segundo o Atlas da Violência 2017. Lauro de Freitas, Simões Filho, Teixeira de Freitas e Porto Seguro apresentam as maiores taxas de homicídios do estado, contabilizando as taxas de assassinatos e mortes violentas com causa indeterminada (MVCI), a cada 100 mil habitantes. Os dados foram produzidos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e levam em consideração o período entre 2005 e 2015. No atlas, uma lista com os 30 municípios mais violentos do país considera apenas as mortes que aconteceram em 2015. 

Altamira (PA)

107,02

Lauro de Freitas (BA)

97,73

Nossa Senhora do Socorro (SE)

96,44

São José de Ribamar (MA)

96,45

Simões Filho (BA)

92,36

Maracanaú (CE)

89,47

Teixeira de Freitas (BA)

88,18

Piraquara (PR)

87,19

Porto Seguro (BA)

86,01

Cabo de Santo Agostinho (CE)

85,3

Em 2015, Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), teve 177 homicídios – número menor do que outras cidades –, mas na relação com a população, tem uma taxa de 92,5 de homicídios e 5,2 de MVCI. Já Simões Filho, também na RMS, teve 112 casos, com taxa de 84,1 assassinatos, mais 8,3 de MVCI, contabilizando o total de 92,3. Em sétimo lugar, aparece Teixeira de Freitas, no Sul do estado, teve 114 registros, com 72,2 de homicídios e 15,8% de MVCI, totalizando 88,1. Em nono lugar, Porto Seguro, também no Sul da Bahia, teve 123 homicídios, com taxa de 84,6 mortes intencionais e 1,4 de MVCI, totalizando 86 de taxa para cada 100 mil habitantes. Em primeiro lugar no país, aparece a cidade de Altamira, no Pará, com taxa de homicídios e MCVI de 107 casos. Os dados são do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, referentes ao intervalo de 2005 a 2015, e dos registros policiais publicadas no 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do FBSP. Para listar os 30 municípios potencialmente mais violentos e menos violentos do Brasil em 2015, o estudo considerou as mortes por agressão (homicídio) e as mortes violentas por causa indeterminada (MVCI). De acordo com o Atlas, apenas 2% dos municípios brasileiros (111) respondiam, em 2015, por metade dos casos de homicídio no país, e 10% dos municípios (557) concentraram 76,5% do total de mortes. Os estados que apresentaram crescimento superior a 100% nas taxas de homicídio são das regiões Norte e Nordeste.

 

Foto: Imagem ilustrativa

Por Redação VN,

Uma jovem morreu enquanto limpava uma geladeira, na Fazenda Nossa Senhora de Fátima, na Zona Rural de  Candido Sales, no Sudoeste da Bahia. A estudante, Tamires Cardoso, 16 anos, recebeu uma descarga elétrica. A vítima chegou a ser socorrida para o Hospital Municipal, mas não resistiu. O corpo da estudante foi encaminhado para o Instituto Médico Legal para necropsia.

Foto: reprodução

por Renata Farias,

A Bahia está consideravelmente abaixo do percentual nacional de alunos de medicina com nível de proficiente avançado. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (29) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no Relatório Síntese dos Resultados da Avaliação Nacional Seriada dos Estudantes de Medicina (Anasem) 2016 (veja aqui). Enquanto 1,9% dos estudantes brasileiros da área estão com nível avançado, apenas 0,8% dos baianos alcançam o mesmo patamar. Neste critério, a Bahia empata com Espírito Santo, Rondônia e Sergipe, todos entre as dez últimas colocações. Já o Ceará apresenta mais índice de alunos avançados, 5,2%. O relatório aponta ainda que 93,7% dos estudantes baianos de medicina têm nível adequado de proficiência, enquanto 5,4% apresentam nível básico. Os números para a média nacional são 91,2% e 6,9%, respectivamente.

Páginas