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Por Amanda Palma | Rede Bahia,

Em sete meses, 52 policiais foram baleados ou morreram na Bahia. Os dados foram coletados pelo CORREIO, com base nas reportagens publicadas. As estatísticas contabilizam policiais civis e militares, em diversas situações durante o serviço e fora dele. Os crimes aconteceram entre 3 de janeiro e 8 de julho. Veja no mapa abaixo o levantamento do CORREIO. Em cada marco, há informações sobre cada crime deste ano. A maior parte dos crimes foi contra policiais militares: 48, contra cinco envolvendo civis. Ao todo, foram 35 baleados e 17 mortos. Salvador concentra a maior parte dos crimes: 27. Além dos mortos e baleados, há também um policial que foi vítima de um sequestro-relâmpago, no bairro do Cabula, no mês passado.  Na semana passada, dois policiais foram baleados quando realizavam rondas no bairro de Cajazeiras 11. E no sábado (9), um policial militar foi baleado durante a noite, no bairro de Arenoso. O policial, que não teve o nome divulgado, foi atingido de raspão na cabeça e socorrido para o Hospital Roberto Santos, onde passou por avaliação médica e não corre risco de morte. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que das 17 mortes registradas este ano na Bahia, 13 casos já foram resolvidos, com a prisão dos autores. Os casos são investigados pela Força-Tarefa da SSP, comandada pelo delegado Odair Carneiro. "Só este ano, 22 pessoas foram presas e 16 morreram em confronto acusadas de participação em ataques contra servidores policiais", diz a notas enviada pela assessoria do órgão. A secretaria disse ainda que "os constantes investimentos em capacitação, promovidos pelas instituições policiais com o objetivo de preparar seus integrantes para as adversidades e os riscos da profissão". Já a Polícia Militar informou que apenas dispõe de dados de policiais mortos, e não contabiliza os baleados. De acordo com a corporação, foram 14 mortos. "A corporação passa orientações dos cuidados que devem ser adotados por policiais militares tanto ao assumir o serviço quanto nos momentos de folga/lazer". A Polícia Civil informou que também só contabiliza as mortes de policiais e que esse ano foram registradas três. 

Preso na operação Cui Bono sob suspeita de obstruir investigações da Polícia Federal, o ex-ministro baiano Geddel Vieira Lima, que por várias vezes foi apoiado pelo casal "Pereira Santos" em Brumado, tem um patrimônio avaliado em R$ 67 milhões. A informação foi veiculada na noite deste domingo (9) no Fantástico, na Rede Globo. A fortuna está espalhada por fazendas, apartamentos, casa de praia e um restaurante. No sudoeste da Bahia, Geddel é dono de 12 fazendas de gado em sete municípios. Em Itororó, a fazenda Tabajara 2 tem 1.027 hectares e é considerada uma das maiores que possui. Na beira do rio Pardo, o ex-ministro tem três fazendas, duas de um lado e uma de outro. Juntas, elas somam mais de 900 hectares e, de acordo com os preços praticados na região, elas valem pelo menos R$ 6 milhões. Em Itapetinga, Geddel é dono de um apartamento avaliado em R$ 1,5 milhão. Em Salvador e região metropolitana está o restante das suas propriedades, a exemplo de um apartamento de alto padrão, dois carros de luxo, casa na beira da praia e restaurante.
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A seis meses do final do prazo para o recadastramento biométrico, somente 24,65% da meta do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para este ano foi cumprida. A ideia é que cerca de três milhões de eleitores de 52 municípios sejam recadastrados até 31 de janeiro de 2018, mas até agora apenas 739.538 deles procuraram as zonas para fazer a biometria. O processo foi iniciado em novembro do ano passado - ou seja, mais da metade do tempo já passou. A situação preocupa o TRE, que tem intensificado ações na capital e no interior. Em Salvador, dos quase 2 milhões de eleitores, apenas 374 mil se recadastraram - 18% do total. O município mais atrasado é Vera Cruz, com 7,96% de pessoas cadastradas. Cidades maiores como Juazeiro, Vitória da Conquista, Jacobina e Feira de Santana têm percentual em torno de 20%.

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Por Agência Brasil,

Ao decretar a prisão preventiva do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira autorizou a busca e apreensão de aparelhos celulares do investigado e a quebra do sigilo telefônico dos telefones apreendidos. O objetivo é buscar elementos para comprovar os contatos de Geddel com a esposa do doleiro Lúcio Funaro, preso na Operação Lava Jato. Na decisão, o juiz diz que Geddel entrou em contato por diversas vezes com a esposa de Funaro para verificar a disposição do marido preso em firmar acordo de colaboração premiada, o que pode caracterizar um exercício de pressão sobre Funaro e sua família. Segundo o magistrado, não é a primeira vez que Geddel tenta persuadir pessoas ou pressioná-las, lembrando o episódio em que o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero acusou Geddel de atuar para a liberação da construção de um imóvel em Salvador. Para o juiz, há provas até o momento da participação de Geddel no esquema de irregularidades apuradas na Operação Cui Bono, que investiga o suposto esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal no período entre 2011 e 2013 e, se permanecer solto, ele pode atrapalhar as investigações. “É que em liberdade, Geddel Vieira Lima, pelas atitudes que vem tomando recentemente, pode dar continuidade a tentativas de influenciar testemunhas que irão depor na fase de inquérito da Operação Cui Bono, bem como contra pessoas próximas aos coinvestigados e réus presos Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Lúcio Bolonha Funaro”, diz o juiz em sua decisão. O ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima foi preso hoje pela Polícia Federal por tentar obstruir a investigação de supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa Econômica Federal. A defesa de Geddel informou à Agência Brasil que ainda está apurando os acontecimentos e em breve irá se manifestar.

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Por G1 BA,

Os locais para a realização das provas do concurso da Embasa, que serão aplicadas neste domingo (9), em Salvador, Barreiras, Feira de Santana e Vitória da Conquista, foram divulgadas nesta segunda-feira (3). Para saber o local e horário das provas, os candidatos devem acessar o site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). Os inscritos no processo seletivo podem realizar a procura pelo local através do número da inscrição ou do CPF. Para a maior parte das funções, a prova ocorrerá no período da manhã. Somente os candidatos ao cargo de agente administrativo farão a prova à tarde. O concurso foi aberto em março e, no total, são 600 vagas distribuídas em 11 funções dos níveis médio, técnico e superior. Os salários variam de R$ 1.122,84 a R$ 6.793,31. As vagas de nível superior são oferecidas aos profissionais com formação em Ciências Contábeis, Análise de Sistemas, Processamento de Dados, Ciência da Computação, Engenharia de Computação ou Sistemas de Informação, Engenharia Civil ou Engenharia de Produção Civil; Engenharia Sanitária ou Engenharia Sanitária e Ambiental e Engenharia Elétrica. As vagas de nível médio-técnico são destinadas a técnicos em edificações e técnicos em eletromecânica. Já para o nível médio, há vagas para agente administrativo, agente operacional, assistente de laboratório e operador de processos de água e de esgoto. O prazo de validade do Concurso será de 6 (seis) meses, contados a partir da data da homologação do resultado final, podendo, a critério da Embasa, ser prorrogado uma vez por igual período, por conveniência administrativa da empresa.

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