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Pelo menos quatro laboratórios estão envolvidos nas investigações sobre uma  doença ainda desconhecida registrada na Bahia, que pode ter levado duas pessoa à morte. Foram notificados 52 casos suspeitos do quadro, dos quais 51 foram na capital Salvador e um no município de Vera Cruz. As notificações ocorreram entre 14 de dezembro e 5 de janeiro. Caracterizada por uma mialgia aguda, que é uma dor intensa nos músculos, a doença tem como sintoma dores musculares súbitas, dores ao toque leve no corpo, urina escura cor de café, dores articulares e sudorese. Segundo a diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, Maria Aparecida Figueiredo, a origem da doença ainda não foi descoberta. "Existem casos parecidos registrados em outros países, mas não descobriram a causa", disse à Agência Brasil. Foram enviadas amostras de fezes dos pacientes a um laboratório da Fiocruz (RJ) para identificar a presença de enterovírus. Ao laboratório Adolfo Lutz (SP), foram encaminhadas amostras de peixes in natura para a investigação de metais pesados. Amostras de peixes consumidos por pacientes também serão enviadas a um laboratório no Alabama, nos Estados Unidos, para verificar a presença de toxinas. O Laboratório Central da Bahia também faz parte das investigações. Em nota, o Ministério da Saúde disse que até o momento não existem resultados conclusivos, nem informações de casos parecidos em outros estados. A pasta informou que está investigando os casos em parceria com a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e as secretarias municipais de Salvador e Vera Cruz.

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Subiu para 52 o número de casos suspeitos de uma doença desconhecida que causa fortes dores musculares e urina escura nos pacientes. De acordo com a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), entre 14 de dezembro e 5 de janeiro, foram 50 casos em Salvador, um em Vera Cruz e um em Lauro de Freitas. Apenas na última semana, foram registrados 22 novos casos. A Sesab informou que investiga a doença junto às Secretarias Municipais de Saúde.

Os veículos dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) da Bahia vão precisar instalar câmeras nos veículos onde são realizadas as aulas práticas para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As auto escolas terão até o fim de 2017 para implantar o sistema de videomonitoramento que será acompanhado pelo Detran. Segundo o órgão de trânsito, o objetivo da instalação do dispositivo é oferecer mais transparência às aulas práticas. As câmeras deverão ter capacidade de gravar imagem, som e transmitir diretamente para o sistema do Detran o desempenho dos alunos. A obrigatoriedade segue a Resolução 238/2014 do Detran. Em breve, o sistema também vai se estender para as provas práticas. No início da aula, a câmera deverá fotografar o aluno e em seguida, o instrutor deverá fazer a validação por meio de um tablet, através do site do Detran. O sistema deverá armazenar ainda as informações em áudio e vídeo, o tempo de aula, percurso, as notas descontadas do aluno e as observações feitas pelo professor em cada trecho.
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O Sistema Único de Saúde (SUS) iniciou nesta semana a vacinação contra HPV para meninos. Na Bahia, 279.565 meninos na faixa etária de 12 a 13 anos, além de 743 jovens que vivem com HIV/Aids, estão aptos a receber a vacina. Até o último ano, a imunização era feita apenas em meninas. De acordo com o ministério, a faixa etária será ampliada, gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos de nove a 13 anos. A expectativa da pasta é imunizar em todo país mais de 3,6 milhões de meninos em 2017, além de 99,5 mil crianças e jovens de 9 a 26 anos vivendo com HIV/Aids, que também passarão a receber as doses. Para isso, foram adquiridas 6 milhões de doses, ao custo de R$ 288,4 milhões. "É muito importante que os pais tenham a consciência de que a vacinação começa na infância, mas deve continuada na adolescência. Pais e responsáveis devem ter, com os adolescentes, a mesma preocupação que têm com as crianças. A proteção vai ser muito maior se nós ampliarmos, cada vez mais, o calendário de vacinação da nossa população", ressaltou a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, Carla Domingues. Com informações do Bahia notícias.

A Bahiafarma, laboratório público do Estado da Bahia, vinculado à Secretaria da Saúde (Sesab), garantiu ampliação de R$ 15,4 milhões para a produção de kits para diagnóstico da zika, dengue e chikungunya. O anúncio foi feito em evento com o governador Rui Costa e o ministro da Saúde, Ricardo Barros, nesta quinta-feira (5), no Hospital Aristides Maltez (HAM), em Salvador. Recentemente, Rui Costa esteve no local, onde firmou contrato que garante 100% de cobertura oncológica na Bahia, com o repasse de R$ 9,6 milhões por ano ao HAM. A Bahiafarma já iniciou o envio de testes para diagnóstico da Zika ao Ministério da Saúde. O diretor presidente da empresa, Ronaldo Dias, informou que as obras de ampliação onde serão fabricados os kits devem começar nos próximos meses. De acordo com o ministro, os testes rápidos da zika produzidos pela Bahiafarma e adquiridos pelo governo federal já começaram a ser entregues e, até o final de janeiro, estarão em todas as unidades básicas de saúde do país.

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