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Os estudantes das escolas estaduais já estão recebendo os livros didáticos para o ano letivo 2017. A Secretaria da Educação do Estado acompanha a distribuição que é feita diretamente para as unidades escolares, por meio do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC). Os livros atendem às diversas áreas do conhecimento. A entrega dos livros novos contempla todos os estudantes do Ensino Fundamental II. Já para o Fundamental I e para o Ensino Médio a entrega está vinculada à necessidade das escolas, pois as edições anteriores continuam válidas e reutilizadas, conforme as regras do FNDE/MEC. Se a escola tiver livros excedentes, a Secretaria orienta para que seja feito o remanejamento e entrega entre os colégios. “Acontece de a unidade possuir livros que não serão mais utilizados, mas servem para outras escolas. Por isso, é importante a comunicação entre as unidades escolares para realizar esse remanejamento evitando a solicitação desnecessária ou excessiva para o FNDE”, instruiu Alessandra Santana, coordenadora de Monitoramento do Livro Didático da Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Se, mesmo com o remanejamento entre as escolas, ainda houver necessidade de livros didáticos, as escolas poderão solicitar a reserva técnica. “Caso precise de mais livros, os diretores poderão solicitar ao FNDE. Basta ficar atendo ao site do programa www.fnde.gov.br, onde será anunciando o período para esse procedimento”, lembrou Alessandra. O gestor da escola deve ficar atento ao cumprimento da Resolução CD/FNDE nº 42/2012, que orienta sobre o descarte dos livros após o encerramento do ciclo trienal de atendimento. O material que ainda tiver condição de uso será doado sem encargo aos estudantes da rede, para que funcione como instrumento de pesquisa. No caso da inexistência de interesse por parte dos estudantes, os livros permanecerão na unidade escolar sob a responsabilidade do diretor, que deverá adotar providências para o seu descarte, seguindo as orientações da Secretaria da Educação do Estado.

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O ano letivo já começou na rede estadual, com um planejamento que inclui diversas novidades para 2017, como a implantação de coordenadores pedagógicos em todas as escolas, além de parcerias, entre elas, uma com o Google, para a implantação de uma plataforma educacional. Essas e outras iniciativas foram anunciadas pelo governador Rui Costa durante a aula inaugural realizada na manhã desta quarta-feira (8), na escola Parque Ribeiro Carneiro, no bairro Caixa D'Água, em Salvador, com a presença da comunidade escolar. O programa Inove Educação é fruto de uma parceria com a Google INC para a disponibilização gratuita da plataforma Google Apps para Educação, também conhecida como G-Suíte. O aplicativo Google Sala de Aula disponibiliza um Ambiente Virtual de Aprendizagem de última geração, dinamizando os processos de ensino e aprendizagem, configurando uma rede social de conhecimentos que integra estudantes e professores. O projeto inclui o treinamento dos gestores e professores iniciando-se em vinte escolas de oito Núcleos Territoriais de Educação.
Fotos: Manu Dias/GOVBA

O governador Rui Costa assinará convênio com o Sebrae que tem como objetivo levar o conceito do empreendedorismo para alunos da rede pública estadual de ensino. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (8), em Salvador, durante aula inaugural do ano letivo 2017. “Este ano vamos mostrar para os alunos e para cada comunidade que é possível empreender, fazer coisas novas. O Sebrae vai estar presente em nossas instituições para dar apoio e as devidas orientações”, adiantou. Também durante o evento, o governador lançou o programa Inove Educação, fruto de parceria com a Google INC para a disponibilização gratuita da plataforma Google Apps para Educação, também conhecida como G-Suíte. O projeto vai dinamizar processos de ensino e aprendizagem, configurando uma rede social entre alunos e professores. Rui falou ainda sobre a implantação de coordenação pedagógica nas instituições, com a meta de, até o final do ano, contar com coordenador pedagógico em todas as escolas da rede estadual.

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O laboratório público baiano Bahiafarma foi autorizado a produzir testes rápidos para dengue. O registro foi publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Diário Oficial da União desta segunda-feira (6). Com a autorização, a Bahiafarma passa a ser o primeiro laboratório público brasileiro a poder fabricar dispositivos de diagnóstico rápido para a doença e um dos únicos do mundo a ter registros em instituições reconhecidas para produção de testes rápidos das três arboviroses mais comuns: dengue, zika e chikungunya. Os registros obtidos pela Bahiafarma são referentes a dois tipos de testes rápidos para diagnóstico da dengue: um que detecta anticorpos produzidos por organismos infectados, o Dengue IgG/IgM, e um que reage com o antígeno NS1, o Dengue NS1. Desenvolvidos em parceria com o laboratório sul-coreano GenBody, ambos os dispositivos funcionam com uma pequena quantidade, tanto de sangue quanto de soro ou plasma sanguíneo, e fornecem os resultados em até 20 minutos. "O Brasil está há três décadas enfrentando surtos de Dengue sem que houvesse uma forma de diagnóstico rápida e economicamente viável para o poder público, que possibilitasse o acompanhamento correto dos pacientes", afirmou o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias. "Em pouco mais de dois anos de pesquisa e desenvolvimento, conseguimos não só eliminar esse gargalo, como também prover o País com testes rápidos para as outras viroses mais conhecidas, a zika e a febre chikungunya", completou. As informaçoes são do Bahia Notícias.

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A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) firmou um acordo de cooperação internacional com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, com o objetivo de investigar os casos da doença desconhecida que deixa a urina escura. "A ideia é que essa equipe permaneça em Salvador, avaliando os casos, os pacientes e as evidências que coletamos junto ao Laboratório Central do Estado. Para que dessa forma possamos agilizar o processo de diagnóstico, utilizando toda a tecnologia utilizada pelo maior centro de investigação de doenças do mundo, que é o CDC americano", explicou o secretário Fábio Vilas-Boas ao G1. Entre 14 de dezembro de 2016 e 24 de janeiro deste ano foram registrados 64 casos na Bahia. Duas pessoas morreram com suspeita da doença. "É preciso coletar maior número de informações, fazer protocolo pareando casos e controles e assim buscar uma linha que possa afunilar o processo de investigação", completou. 

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