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O cantor Ed Rossi inovou mais uma vez e bombou na internet com o seu mais novo CD, intitulado 'Vaquejada Elétrica 2018'. Em poucas horas, as plantaformas de dowloads mostraram o sucesso absoluto do seu mais novo trabalho, este que traz em seu repertório músicas atuais em um ritmo dançante e contagiante. Ed Rossi se consolidou o Rei do Arrasta-pé e vem fazendo sucesso na Bahia, viajando até para outros estados, chegando a fazer no mês de junho 29 shows.  Para baixar o CD clique aqui.

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Em seis varas especializadas no acompanhamento de denúncias de violência contra a mulher na Bahia tramitam atualmente 26,7 mil processos. Os dados foram divulgados pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) que nesta sexta-feira (18) inaugura uma nova unidade especializada de atendimento. O estado conta atualmente com seis varas especializadas, quatro delas nas comarcas de Feira de Santana, Camaçari, Juazeiro e Vitória da Conquista.

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A Bahia tem cerca de 1,3 milhão de pessoas desempregadas, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O dado refere-se ao 2º trimestre do ano. No 1º trimestre, a Bahia ocupava o primeiro lugar em número de desempregados no país. Agora, ocupa a 3ª colocação atrás de Pernambuco e Alagoas, respectivamente 1º e 2º lugares no ranking.  Na Bahia, na variação entre o primeiro trimestre do ano (janeiro até março) e o segundo trimestre (abril até junho), houve uma redução de 75 mil pessoas desocupadas e 92 mil passaram a trabalhar de maneira formalizada. A Região Metropolitana de Salvador, por sua vez, teve uma redução no número de pessoas empregadas que, segundo o IBGE, estatisticamente pode ser considerada como uma estabilidade no quadro.  Nacionalmente, a taxa de desocupação no 2º trimestre de 2017, foi estimada em 13%. Este indicador apresentou queda de 0,7% em relação ao trimestre anterior (13,7%). Quando comparada com o 2º trimestre de 2016 (11,3%), a taxa aumentou 1,7 ponto percentual. A região Nordeste permaneceu apresentando as maiores taxas de desocupação ao longo da série histórica (início em 2012), e no 2º trimestre de 2017 foi de 15,8%; enquanto a região Sul teve a menor, 8,4%. Todas as grandes regiões, exceto Nordeste (estabilidade), apresentaram queda no indicador frente ao trimestre anterior. Entretanto, destacam-se as regiões Norte e Centro-Oeste, com queda na taxa de 1,7 pp e 1,4 pp respectivamente. Na comparação anual, as regiões Nordeste e Sudeste registraram as maiores elevações com aumentos de 2,6 e 1,9 pontos percentuais respectivamente. Pernambuco (18,8%) e Alagoas (17,8%) registraram as maiores taxas de desocupação no 2º trimestre 2017, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. Em Pernambuco, a taxa passou de 17,1% para 18,8%; e em Alagoas, de 17,5% para 17,8%. As menores taxas de desocupação foram registradas em Santa Catarina (7,5%), Rio Grande do Sul (8,4%) e Mato Grosso (8,6%). Para o total do país, a taxa caiu de 13,7% para 13,0%, nesse período. No 2º trimestre de 2017 (abril/junho), a taxa foi estimada em 11,5% para os homens e 14,9% para as mulheres. Lembrando que a taxa total para este período ficou em 13,0%. Por faixa de idade, a taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade (27,3%) continuou apresentando patamar elevado em relação à taxa média total (13,0%). A taxa de desocupação para o contingente de pessoas com ensino médio incompleto, 21,8%, era superior à verificada para os demais níveis de instrução. Para o grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi estimada em 14,0%, mais que o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo, 6,4%. A pesquisa apontou diferenças regionais com relação à forma de inserção do trabalhador no mercado de trabalho. Nas regiões Norte (31,8%) e Nordeste (29,8%), o percentual de pessoas que trabalharam por conta própria era superior ao observado nas demais regiões. Em contrapartida, na categoria dos empregados foi constatado que as regiões Sudeste (71,9%) e Centro-Oeste (69,9%) apresentaram participação maior destes trabalhadores. Parte expressiva dos empregados estava alocada no setor privado (71,6%), 18,4% no setor público e os demais no serviço doméstico (9,9%).  

A partir de agora, as varas de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher passam a ser denominadas Varas de Justiça pela Paz em casa, de acordo com informação divulgada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). A alteração foi proposta pela desembargadora Nágila Maria Sales Brito, responsável pela Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça Bahia, e aceita por unanimidade durante a última sessão do Tribunal Pleno no último dia 9 de agosto. Dessa forma as unidades passam a compartilhar a denominação do programa permanente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), criado pela presidente do órgão e do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, com o objetivo de aprimorar e tornar mais célere a prestação jurisdicional em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. Desta foma, a 3ª Vara que será instalada na sede do Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge), no próximo dia 18, já terá esta denominação, conforme resolução, assinada pela presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago e publicada na última quinta-feira (10) do Diário da Justiça Eletrônico (DJE).
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Por ASCOM DETRAN-BA,

Imagine você receber multas ou ser processado por causa de um veículo que pertence a outra pessoa. Parece improvável, mas vinha acontecendo com frequência na Bahia. Antigos proprietários não estavam fazendo a Comunicação de Venda do Veículo (CVV) ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-BA), no processo de transferência de propriedade. O documento é uma exigência prevista na resolução 398 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), mediante o pagamento de taxa, em um prazo de 30 dias. Para reforçar a segurança na transferência, o Detran se reuniu com despachantes e revendedores de carros e motos, no sentido de orientar o cidadão sobre a obrigatoriedade da CVV. "É preciso que todos os envolvidos no processo tenham a consciência de que se faz necessário o cumprimento da lei. A comunicação de venda evita fraudes e dá tranquilidade às partes no negócio", argumenta o diretor de Veículos do Detran, Igor Brandão. O vendedor que não cumpre a medida não comete infração de trânsito, mas, na prática, corre o risco de sofrer punições, como aconteceu com o comerciante Pedro Oliveira, 35 anos. Ele vendeu uma picape há quase um ano e recebeu, neste mês, quatro multas graves do veículo. "Não dei importância a um documento simples e hoje corro atrás do prejuízo. Recomendo que todo mundo tenha atenção e informe a venda do carro ao Detran, para evitar dores de cabeça no futuro", declarou. O requerimento da CVV está disponível no site do órgão (detran.ba.gov.br) e pode ser apresentado em cartório ou no Detran.  Com a venda comunicada, cabe ao novo proprietário fazer o registro do carro ou moto no nome dele. O comprador deve apresentar documento de identidade e CPF do antigo proprietário, cópia autenticada do Certificado de Registro de Veículos (CRV) e a Autorização para Transferência de Propriedade (ATP), assinada pelo comprador e vendedor, com firma reconhecida. Em caso de pessoa jurídica, é necessário apresentar o CNPJ e contrato social da empresa. "As medidas protegem o antigo dono de não ser responsabilizado por infrações, débitos e acidentes, após a venda. Já o novo proprietário deve conferir se o vendedor quitou impostos, taxas e multas e está com a documentação do veículo regularizada, além de ter feito a comunicação de venda”, alerta Brandão.

 

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