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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira projeto de lei que libera a produção e venda de medicamentos para emagrecer que contenham as substâncias sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol. Estes remédios, denominados anorexígenos, chegaram a ter sua comercialização proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2011 sob a suspeita de que podem causar problemas cardíacos nos pacientes, mas um decreto legislativo de 2014 suspendeu a proibição.  O projeto de lei, que agora segue para sanção pelo presidente Michel Temer, já tinha sido aprovado na Câmara anteriormente, mas como foi modificado no Senado precisou ser votado novamente pelos deputados. De autoria do deputado Felipe Bornier (Pros-RJ), o projeto agora prevê que os medicamentos para emagrecimento devem ter tarja preta, isto é, só podem ser comercializados mediante retenção de receita de cor azul (B2). Segundo Bornier, "o projeto dará mais esperanças a milhões de brasileiros obesos". Após o decreto legislativo que liberou provisoriamente estas substâncias, a Anvisa também já havia publicado nova decisão com um regulamento mais estrito sobre seu uso. Pelas normas, a receita também já deveria ficar retida na farmácia, com o médico assinando um termo de responsabilidade por sua prescrição e o paciente um termo de consentimento de que foi informado dos riscos de seu consumo. A Anvisa justificou sua decisão de proibir os remédios com base na análise de mais de 170 estudos relacionados aos medicamentos, concluindo que não havia comprovação de diminuição do peso corporal com seu uso, além de aumento de risco cardiovascular entre os usuários. O grande uso dessas substâncias também contribuiu para a medida. Em 2010, tinham sido prescritas quase 4,5 milhões de receitas de remédios com essas substâncias. Com a sanção do projeto de lei, a Anvisa ficará proibida de cancelar o registro sanitário ou de adotar qualquer outra medida que impeça a produção ou a comercialização dos anorexígenos sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol.

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O preço médio das comidas preferidas pelos brasileiros nessa época de festas juninas subiu 2,70%, abaixo da inflação acumulada em 12 meses, compreendidos entre junho de 2016 e maio deste ano, que atingiu 4,05% pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Getulio Vargas (FGV). O item que mais contribuiu para puxar a inflação para baixo foi a batata-inglesa, com queda de 45,63%. Os dados foram divulgados hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV. O economista André Braz, responsável pela pesquisa de preços e coordenador do IPC da FGV, lembrou que no ano passado a batata-inglesa teve alta muito forte (85,52%). ”Boa parte dos itens selecionados estava com aumento de dois dígitos”, disse. Os ingredientes juninos no ano passado mostravam média de alta de 18,5%. “Este ano (2017), foi muito mais baixo”, disse Braz. “Como a cesta é basicamente composta por alimentos que se valeram da safra positiva que nós tivemos agora para vários itens, houve espaço então para esse aumento menor, que ficou abaixo da inflação média. Em termos reais, esses itens nem caros ficaram”. No ano passado, a inflação média estava em 9,15% e a cesta junina correspondia ao dobro da inflação, disse o economista. Já este ano, a cesta se situa pouco menos da metade da inflação acumulada em 12 meses. André Braz observou que apesar de os alimentos não terem subido tanto, as condições do mercado de trabalho são ainda desfavoráveis ao consumo. “Tem muita gente aí sem emprego”. Por isso, recomendou que “mesmo que alguns alimentos não tenham aumentado os custos da compra no supermercado, a dificuldade em comprá-los cresce devido ao desemprego”. Usar a criatividade é sempre bem-vinda nesses momentos, sugeriu. Segundo o economista, os consumidores devem fazer pesquisa de preços, substituindo produtos de marcas mais conhecidas, mais caros, por marcas menos conhecidas, mas que mantenham boa qualidade e podem ser consumidos com tranquilidade. “Pesquisar muito antes de comprar e evitar gastos desnecessários fora de casa”, recomendou. De acordo com a pesquisa de preços do Ibre-FGV, pressionaram a inflação nesse período de festas juninas para baixo, além da batata-inglesa, a couve (-7,52%), a mandioca (-5,90%) e a farinha de trigo (-4,47%). Já o fubá de milho e a farinha de mandioca apresentaram os maiores aumentos no período, da ordem de 17,83% e 16,81%, respectivamente. As informações são da Agência Brasil. 

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Por Agência Brasil,

A Proteste - Associação de Consumidores encontrou substâncias irregulares em carnes da Friboi, Frialto e Montana e nas mortadelas Cerrati e Confiança. Os resultados foram divulgados hoje (19) pela entidade. Entre as substâncias estão aditivos para conservação e outras que indicam deterioração dos produtos. A Proteste constatou a presença de nitrato em cortes de contrafilé Friboi JBS e nas picanhas Frialto e Montana. Segundo a entidade, esse aditivo é empregado nos produtos cárneos com o objetivo de melhorar o aspecto e prevenir o crescimento microbiológico, além de atuar como um antioxidante, ou seja, atua aumentando o tempo de conservação desses produtos. O uso dessa substância, no entanto é restrito a carnes processadas e embutidas – e, ainda assim, dentro de um certo limite, já que acima dele, cogita-se que o nitrato dê origem a componentes tóxicos e até cancerígenos. Apesar de a quantidade estar dentro do limite seguro para consumo humano, "nas carnes frescas e congeladas, como é o caso das citadas, sua utilização é proibida", diz nota da associação. Segundo a Proteste, esse aditivo pode estar sendo usado pelas empresas para encobrir falhas no processamento do alimento ou alteração na qualidade do produto. Nas mortadelas foi constada a presença de peróxidos acima do esperado. "Como são os primeiros compostos que se formam quando uma gordura se deteriora, esse resultado demonstra que os produtos não estavam bem conservados e apresentavam algum tipo de deterioração, estando, por exemplo, rançosas", diz a Proteste. A associação enviará os resultados ao Ministério da Agricultura requerendo aumento da fiscalização, bem como a retirada do mercado das amostras que contém peróxidos e nitrato. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também receberá cópia desses resultados. As amostras analisadas tiveram a validade expirada até no máximo 2 de maio. Mesmo assim, a Proteste orienta os consumidores que tenham os lotes analisados em casa a procurarem os serviços de Atendimento ao Consumidor das empresas e exigirem a substituição. Em nota, a Friboi diz que suas carnes in natura são comercializadas livres de quaisquer conservantes e que não utiliza nitrato em nenhum momento do processo. "A marca coloca-se à disposição para enviar a lista oficial de compras da unidade citada, bem como de todas as outras plantas que fabricam produtos in natura, e, assim, comprovar que a substância não é adquirida por essas plantas", diz. A empresa criticou o estudo e disse que a Proteste "não informou o laboratório que realizou a análise e o laudo apresentado não atende ao padrão estabelecido pela norma técnica da ABNT ISO/IEC 17025/2005 para emissão de resultados". A Agência Brasil não conseguiu entrar em contato com a Montana e nem com a Confiança. A reportagem aguarda posicionamento da Frialto e da Ceratti. Os resultados fazem parte da segunda fase do estudo com carnes bovinas, embutidos e cortes de frango. O objetivo é avaliar se os produtos comercializados em diversos estabelecimentos também apresentavam as inconformidades citadas pela Polícia Federal na Operação Carne Fraca. A Operação Carne Fraca foi deflagrada em março deste ano pela Polícia Federal. A principal denúncia referia-se a comercialização de carne adulterada no mercado interno e externo.

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Por suspeitar de um "aparente pacto com Satã sobre a morte do papa Francisco", o Vaticano investiga a sociedade católica brasileira ultraconservadora Arautos do Evangelho, que é uma dissidência da Tradição, Família e Propriedade, a TFP. O assunto foi veiculado em jornais de vários países, como o La Stampa, da Itália, o Daily Beast, dos Estados Unidos, e o Daily Mail, da Inglaterra. De acordo com o vaticanista Andrea Tonielli, a evidência é um vídeo que vazou. Segundo informações da Folha de S. Paulo, o monsenhor João Scognamiglio, líder da organização brasileira que protagoniza vídeo, já renunciou.

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Os aprovados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) têm até hoje (19) para comprovar as informações prestadas na inscrição. Estes estudantes devem procurar a instituição de ensino para a qual foi pré-selecionado e apresentar a documentação. O Ministério da Educação alerta que é inteira responsabilidade do candidato verificar, na instituição, os horários e o local para comprovação das informações. A perda do prazo ou a não comprovação implicará, automaticamente, a reprovação do candidato. A lista de selecionados nesta edição do ProUni, para o segundo semestre de 2017, está disponível na página do programa na internet. Neste processo seletivo, o ProUni oferta 147.492 bolsas em 1.076 instituições privadas de educação superior em todo o país. O programa é voltado a alunos da rede pública ou bolsistas integrais da rede particular. O processo seletivo é constituído de duas chamadas sucessivas e o resultado da segunda chamada está previsto para 26 de junho. Neste caso, a comprovação das informações deverá ser feita de 26 a 30 de junho. Ao final das duas chamadas, o candidato poderá, ainda, manifestar interesse em participar da lista de espera, que será usada pelas instituições de ensino na convocação de candidatos para preenchimento de bolsas eventualmente não ocupadas. A lista de espera estará aberta para manifestações entre 7 e 10 de julho, na página do ProUni. As instituições poderão consultá-la a partir de 13 de julho e, nesse caso, o candidato deverá comparecer à instituição e entregar a documentação em 17 e 18 de julho.

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