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Devido à estiagem, 40 cidades baianas estão em regime de racionamento de água. Segundo informações da Embasa, via G1, o número é dez vezes maior do que o registrado em fevereiro deste ano. À época, quatro cidades estavam com o abastecimento controlado. As informações foram passadas nesta quinta-feira (21). Estão na lista: Andorinha, Bonito, Brotas de Macaúbas, Caldeirão Grande, Candeal, Capela do Alto Alegre, Capim Grosso, Conde, Entre Rios, Esplanada, Filadélfia, Gavião, Gentio do Ouro, Ibitiara, Ichu, Itiúba, Jaguarari, Jandaíra, Lajedinho, Mairi, Morro do Chapéu, Mundo Novo, Nova Fátima, Novo Horizonte, Pé de Serra, Pintadas, Ponto Novo, Queimadas, Quixabeira, Riachão do Jacuípe, Santaluz, São Domingos, São José do Jacuípe, Seabra, Senhor do Bonfim, Serrolândia, Valente, Várzea do Poço, Várzea Nova e Wagner, além da localidade de Várzea do Meio (distrito de Várzea da Roça). Ainda segundo a Embasa, Queimadas e Santaluz, que aparecem na lista, já estavam em racionamento em fevereiro, o que totaliza mais de sete meses com racionamento. Vitória da Conquista e Belo Campo, que estavam em racionamento, tiveram o racionamento encerrado em julho passado.

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Por Caetité Notícias,

Moradores da zona rural do Distrito de Maniaçu em Caetité afirmam que  possivelmente um macaco gigante estaria matando animais que ficam próximas a casas do distrito. O caso cabuloso causou apreensão nos moradores da região próxima a comunidade que fica a 26 km,s da sede da cidade. Até mesmo uma foto foi compartilhada milhares de vezes nas redes sociais, mas trata-se apenas de uma montagem gráfica, onde um bicho estaria bebendo água em um riacho próximo as casas. Não há informações concretas sobre a presença do macaco gigante. Segundo biólogos a vegetação da região não favorece a existência  de primatas de grande porte. O maior primata em nosso sertão é o bugio que não passa de 60 cm e é vegetariano. História ou não, o assunto rendeu boas conversas na região.

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Hoje (22) é o último dia da Campanha de Multivacinação 2017, que tem como objetivo atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes. Os postos de saúde estarão abertos até o fim da tarde. Segundo o Ministério da Saúde, foram disponibilizadas 13 vacinas, para crianças até nove anos, e oito para adolescentes de 10 a 15 anos. O alvo da campanha são crianças menores de 5 anos, crianças de 9 anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos. Cerca de 47 milhões de crianças e adolescentes estão convocados para atualizar a caderneta de vacina. Segundo o Ministério da Saúde, 53% desse público não estão com a vacinação em dia. As vacinas disponíveis nesta campanha para crianças menores de 7 anos são: BCG – ID, hepatite B, penta (DTP/Hib/Hep B), VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VOP (vacina oral contra pólio), VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano), vacina pneumocócica 10 valente, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba), DTP (tríplice bacteriana), vacina meningocócica conjugada tipo C, tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela) e hepatite A. As doses disponíveis para crianças e adolescentes entre 7 e 15 anos são hepatite B, febre amarela, tríplice viral, dT (dupla tipo adulto), dTpa, vacina meningocócica conjugada tipo C e HPV.

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O governo federal considera a possibilidade de acabar com o horário de verão no Brasil, medida adotada para estimular a economia de energia elétrica. A decisão deverá ser tomada nas próximas semanas, já que o horário costuma vigorar a partir de outubro. Um grupo de trabalho foi criado para analisar a eficácia da medida, já que estudo do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apontou que o horário de verão traz efeitos "próximos à neutralidade" quanto à economia de energia e à redução da demanda máxima do sistema. De acordo com O Globo, o argumento entre os técnicos que defendem o horário de verão é que a medida pode ser positiva para setores como comércio e turismo. Isso porque as pessoas têm mais uma hora para consumir, o que pode ser benéfico para empresas desses setores. A decisão sobre extinção do horário de verão cabe apenas ao Executivo, não precisando passar pelo Congresso.  

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O mundo está ficando sem antibióticos. O alerta foi feito nesta terça-feira (19), pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que aponta para o número insuficiente de novos produtos sendo desenvolvidos e uma resistência cada vez maior aos remédios que estão no mercado. Em seu novo informe sobre o setor, a OMS alerta que a maioria dos produtos que estão sendo desenvolvidos neste momento pelo setor farmacêutico representa somente uma modificação nos atuais antibióticos, com um impacto apenas de curto prazo. 

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