Foto: reprodução

O professor Josemar Tônico, de 40 anos, morreu na noite de sábado (3), após um acidente de carro no quilômetro 58 da BR-415, próximo a Itabuna, Sul Baiano. Ele estava no carro da Universidade Estadual Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), instituição onde trabalhava como professor de educação à distância. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, quem dirigia o veículo era um motorista da Universidade. O automóvel em que o professor estava, modelo Eco Sport, bateu de frente com um Fiat Uno. Ainda não há detalhes do que teria provocado a tragédia. No momento do fato ele tinha saído de Brumado onde tem um polo da universidade e seguia para Ilhéus, onde morava. O motorista do carro que o professor seguia, de 52 anos, teve ferimentos graves, mas passa bem segundo informações da reitora da instituição, Adélia Pinheiro. Ela também falou sobre a atuação de Josemar na universidade. “Era um rapaz jovem que era um dos tutores [professor] do curso de Letras. Ele seguia no carro da universidade pois voltava de uma viagem de trabalho quando ocorreu o acidente. Ele dava aula no curso à distância, mas algumas atividades são presenciais que ocorrem habitualmente aos sábados e ele precisava viajar”, disse. Adélia informou ainda que a universidade, assim que foi informada da situação, adotou todas as medidas de apoio aos familiares do professor e assistência à vítima hospitalizada. O motorista do outro veículo que bateu de frente com o carro que Josemar estava, também ficou ferido. Não há detalhes do estado de saúde dele. O sepultamento do professor está previsto para segunda-feira (5), às 9 horas, em Ilhéus. Informações do G1.

Foto: Divulgação

A LaMia será investigada pelo governo boliviano. O anúncio foi feito neste domingo (4) pelo ministro de Obras Públicas do país, Milton Claros. A empresa é responsável pelo avião que caiu na Colômbia com jogadores e comissão técnica da Chapecoense, jornalistas e convidades, na última terça-feira (29). Uma investigação ainda deverá ser iniciada, com prazo de dez dias, para determinar o contexto em que a Direção Gerla de Aeronáutica Civil (DGAC) do país autorizou a empresa a fazer tráfego aéreo. De acordo com o jornal El Deber, da Bolívia, foram encontradas evidências de possíveis violações de direitos, quebra de controle interno, uso indevido de influência e omissão. Também há suspeita de conflito de interesses e tráfico de influência, diante das relações diretas entre um servidor da DGAC e um gerente da empresa. O diretor de registro do setor, Gustavo Steven Vargas, seria filho de Gustavo Vargas, diretor geral da LaMia e ex-piloto do grupo aéreo da presidência.
 

Foto: Fabio Tito / G1

Após declaração o Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE) de que houve vazamento nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirma que o exame "foi realizado com segurança para mais de 5,8 milhões de estudantes nos dias 5 e 6 de novembro de 2016". De acordo com o órgão, o Enem não será cancelado e a punição se restringirá aos envolvidos nos casos de tentativa de fraude. Em nota, o Inep, autarquia do Ministério da Educação (MEC) responsável pela aplicação do Enem, diz que a investigação da Polícia Federal ainda está em curso e em caráter sigiloso. "Ao contrário do que informou o procurador Oscar Costa Filho, do Ministério Público do Ceará, o inquérito não foi concluído", diz, segundo a Agência Brasil. Segundo o Inep, os casos de tentativa de fraude identificados estão sob investigação e delimitarão a responsabilidade dos envolvidos. "Não há indicio de vazamento de gabarito oficial. Como é de conhecimento público, a Polícia Federal já efetuou prisões de envolvidos na tentativa de fraude e o Inep já os excluiu do exame". Nesta quinta-feira (1º), o MPF divulgou nota na qual diz que as provas do primeiro e do segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), além da prova da redação, vazaram para pelo menos dois candidatos antes do início do teste 

Foto: Reprodução / EPTV

Um homem foi preso nesta quarta-feira (30) por ser flagrado dirigindo embriagado e sem a carteira de habilitação, em Poços de Caldas (MG). O homem de 49 anos relatou ter deficiência visual, com apenas 8% da visão em um olho e 4% no outro. "O etilômetro constatou que ele estava com 0,90 miligramas de álcool", contou Breno Nazar Ferreira, policial rodoviário federal, ao G1. De acordo com a PRF, o homem foi detido após entrar em uma moto em alta velocidade na área de segurança do posto da PRF, na BR-146. Ele teria dito que viajava de Campinas (SP) para Alfenas (MG), mas decidiu parar para pedir informações. O suspeito foi levado para a delegacia de Poços de Caldas e autuado por dirigir embriagado e direção perigosa. Após pagar fiança, o homem foi liberado. A moto foi apreendida. As informações são do Bahia notícias.
 

Foto: reprodução

Por Agência O Globo, 

A Samsung, maior fabricantes mundial de telefones móveis, deve divulgar até o fim do ano o que causou a explosão de diversos smartphones do modelo Galaxy Note 7. Segundo informações do jornal "The New York Post", uma nova rodada de investigações, que começaram em 11 de novembro, feita por especialistas coreanos e americanos, deve apresentar antes do início de 2017 quais foram as falhas que levaram os aparelhos a sofrer superaquecimento e consequente pegar fogo. Segundo a publicação americana, a principal hipótese estudada pelos especialistas é que os aparelhos tenham sofrido um problema nas bateria, mas falhas em outros componentes dos smartphones ainda não foram descartadas. Vale lembrar que tão logo os primeiros smarphones apresentaram problemas, a Samsung efetuou a troca de baterias, mas, em alguns casos, os aparelhos voltaram a apresentar problemas de superaquecimento, o que obrigou a companhia a pedir o recall mundial de todos os dispositivos da linha Note 7.  A Samsung, maior fabricantes mundial de telefones móveis, deve divulgar até o fim do ano o que causou a explosão de diversos smartphones do modelo Galaxy Note 7. Segundo informações do jornal "The New York Post", uma nova rodada de investigações, que começaram em 11 de novembro, feita por especialistas coreanos e americanos, deve apresentar antes do início de 2017 quais foram as falhas que levaram os aparelhos a sofrer superaquecimento e consequente pegar fogo. Segundo a publicação americana, a principal hipótese estudada pelos especialistas é que os aparelhos tenham sofrido um problema nas bateria, mas falhas em outros componentes dos smartphones ainda não foram descartadas. Vale lembrar que tão logo os primeiros smarphones apresentaram problemas, a Samsung efetuou a troca de baterias, mas, em alguns casos, os aparelhos voltaram a apresentar problemas de superaquecimento, o que obrigou a companhia a pedir o recall mundial de todos os dispositivos da linha Note 7.

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