Foto: Fabio Tito / G1

Após declaração o Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE) de que houve vazamento nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirma que o exame "foi realizado com segurança para mais de 5,8 milhões de estudantes nos dias 5 e 6 de novembro de 2016". De acordo com o órgão, o Enem não será cancelado e a punição se restringirá aos envolvidos nos casos de tentativa de fraude. Em nota, o Inep, autarquia do Ministério da Educação (MEC) responsável pela aplicação do Enem, diz que a investigação da Polícia Federal ainda está em curso e em caráter sigiloso. "Ao contrário do que informou o procurador Oscar Costa Filho, do Ministério Público do Ceará, o inquérito não foi concluído", diz, segundo a Agência Brasil. Segundo o Inep, os casos de tentativa de fraude identificados estão sob investigação e delimitarão a responsabilidade dos envolvidos. "Não há indicio de vazamento de gabarito oficial. Como é de conhecimento público, a Polícia Federal já efetuou prisões de envolvidos na tentativa de fraude e o Inep já os excluiu do exame". Nesta quinta-feira (1º), o MPF divulgou nota na qual diz que as provas do primeiro e do segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), além da prova da redação, vazaram para pelo menos dois candidatos antes do início do teste 

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Um homem foi preso nesta quarta-feira (30) por ser flagrado dirigindo embriagado e sem a carteira de habilitação, em Poços de Caldas (MG). O homem de 49 anos relatou ter deficiência visual, com apenas 8% da visão em um olho e 4% no outro. "O etilômetro constatou que ele estava com 0,90 miligramas de álcool", contou Breno Nazar Ferreira, policial rodoviário federal, ao G1. De acordo com a PRF, o homem foi detido após entrar em uma moto em alta velocidade na área de segurança do posto da PRF, na BR-146. Ele teria dito que viajava de Campinas (SP) para Alfenas (MG), mas decidiu parar para pedir informações. O suspeito foi levado para a delegacia de Poços de Caldas e autuado por dirigir embriagado e direção perigosa. Após pagar fiança, o homem foi liberado. A moto foi apreendida. As informações são do Bahia notícias.
 

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Por Agência O Globo, 

A Samsung, maior fabricantes mundial de telefones móveis, deve divulgar até o fim do ano o que causou a explosão de diversos smartphones do modelo Galaxy Note 7. Segundo informações do jornal "The New York Post", uma nova rodada de investigações, que começaram em 11 de novembro, feita por especialistas coreanos e americanos, deve apresentar antes do início de 2017 quais foram as falhas que levaram os aparelhos a sofrer superaquecimento e consequente pegar fogo. Segundo a publicação americana, a principal hipótese estudada pelos especialistas é que os aparelhos tenham sofrido um problema nas bateria, mas falhas em outros componentes dos smartphones ainda não foram descartadas. Vale lembrar que tão logo os primeiros smarphones apresentaram problemas, a Samsung efetuou a troca de baterias, mas, em alguns casos, os aparelhos voltaram a apresentar problemas de superaquecimento, o que obrigou a companhia a pedir o recall mundial de todos os dispositivos da linha Note 7.  A Samsung, maior fabricantes mundial de telefones móveis, deve divulgar até o fim do ano o que causou a explosão de diversos smartphones do modelo Galaxy Note 7. Segundo informações do jornal "The New York Post", uma nova rodada de investigações, que começaram em 11 de novembro, feita por especialistas coreanos e americanos, deve apresentar antes do início de 2017 quais foram as falhas que levaram os aparelhos a sofrer superaquecimento e consequente pegar fogo. Segundo a publicação americana, a principal hipótese estudada pelos especialistas é que os aparelhos tenham sofrido um problema nas bateria, mas falhas em outros componentes dos smartphones ainda não foram descartadas. Vale lembrar que tão logo os primeiros smarphones apresentaram problemas, a Samsung efetuou a troca de baterias, mas, em alguns casos, os aparelhos voltaram a apresentar problemas de superaquecimento, o que obrigou a companhia a pedir o recall mundial de todos os dispositivos da linha Note 7.

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O Ministério Público Federal (MPF) informou nesta quinta-feira (1º) que o relatório da Polícia Federal confirmou o vazamento de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). De acordo com o MPF, a PF informou, no relatório do inquérito policial que apura o caso, que pelo menos dois candidatos tiveram acesso às provas do primeiro e do segundo dia do exame antes do início da aplicação das provas.  No texto, a PF mostrou-se convicta que houve crime de estelionato qualificado no caso. O MPF informou também, por meio de nota, que um trecho do relatório da PF destaca que a análise de celulares apreendidos durante a operação permitiu concluir que candidatos receberam fotografias das provas e tiveram também acessoa aos gabaritos e ao tema da redação antes da aplicação do exame. No segundo dia de execução das provas do Enem, em seis de novembro, houve candidatos presos no Ceará e no Amapá com posse do tema da redação antes mesmo do início das provas. Um dos candidatos, um homem de 31 anos, foi preso em Macapá após sair do local de prova e confessou que sabia o tema da redação antes de iniciar o segundo dia do exame. Ele estava de posse também de um texto sobre "intolerância religiosa". Em Fortaleza, um homem de 34 anos foi flagrado com o tema da redação no bolso e um ponto eletrônico na sala do exame. Ele também tinha o gabarito da prova em seu celular.  A investigação da PF mostrou ainda que os candidatos que tiveram acesso prévio ao gabarito do exame também receberam a "frase-código" da prova rosa, permitindo que mesmo os candidatos que estavam com provas de cores diferentes pudessem preencher o cartão de respostas de acordo com o gabarito transmitido pela quadrilha. "Tanto o gabarito quanto a frase-código foram divulgados antes do exame, o que garante a responsabilidade de afirmar que houve vazamento da prova", diz o relatório. O CORREIO entrou em contato com o  Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para obter posicionamento e aguarda um retorno.  Os dois candidatos foram presos, um em Minas Gerais e outro no Maranhão. Ambos receberam exatamente as mesmas fotografias com gabaritos das provas, porém, de intermediários diferentes, "deixando claro que a origem do vazamento é a mesma". Quanto à prova de redação, a perícia da PF identificou que os candidatos presos iniciaram pesquisas no Google sobre o tema da redação a partir das 9h38 do dia 6 de novembro, indicando que tiveram acesso ao tema antes do início da aplicação das provas. O procurador da República, Oscar Costa Filho, do MPF/CE, disse que a íntegra do relatório e peças do inquérito serão anexadas ao recurso do MPF que tramita no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no Recife (PE). Em novembro, o procurador ingressou com ação na Justiça Federal pedindo que fosse anulada a prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O pedido foi negado pela Justiça e o MPF entrou com recurso. “Uma quadrilha organizada nacionalmente teve acesso antecipado às provas. Isso compromete a lisura do exame e a própria credibilidade da logística de segurança que vem sendo aplicada”, argumenta o procurador.

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