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A universidade do Estado da Bahia – UNEB está com as inscrições abertas para o Processo Seletivo/Vestibular 2017, na modalidade de ensino presencial, visando ao preenchimento de vagas destinadas aos seus cursos de graduação. Estão sendo disponibilizadas vagas distribuídas nos 29 departamentos da UNEB, localizados nos campi de Salvador e outras 23 cidades baianas. Para o Semestre Letivo 2017.2, o Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT, em Brumado, está ofertando os cursos de Licenciatura em Letras Vernáculas (32 vagas para o período noturno) e Bacharelado em Direito (40 vagas para o período vespertino) na modalidade presencial. Os interessados deverão acessar o site www.vestibular.uneb.br no período de 13 de dezembro a 15 de janeiro, onde poderão ler o Edital N.º 111/2016 na íntegra e realizar a inscrição para o curso desejado. O valor da inscrição é R$ 70, 00 (setenta reais). Mas os candidatos oriundos da Rede Pública de Ensino, que tenham cursado todo o 2º ciclo do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano, antiga 5ª a 8ª série) e o Ensino Médio completo, ou equivalente, na rede pública de ensino do Estado da Bahia poderão pedir ISENÇÃO no pagamento da taxa de inscrição. Para isso, o prazo será somente de 13 a 19 de dezembro. Maiores detalhes sobre as regras para o pedido de isenção poderão ser encontrados no Edital N.º 112/2016. As provas serão realizadas nos dias 23 e 24 de abril de 2017. Para quaisquer dúvidas, entrar em contato com a Coordenação Local do Processo Seletivo/Vestibular 2017, na UNEB de Brumado, através do telefone: (77) 3441 3278.

 

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O plenário do Senado votará nesta terça-feira (13), em segundo turno, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55, que estabelece um limite de gastos públicos pelos próximos 20 anos. A votação já estava marcada para hoje, mas havia de possibilidade de ser adiada por conta do afastamento do presidente do Senado, Renan Calheiros, na semana passada, o que fez a casa não realizar algumas sessões previstas.  Os senadores já aprovaram a PEC 55 em primeiro turno, por 61 votos a 14, mas a Proposta precisa passar pelo segundo turno, já que se trata de uma mudança na Constituição. Tido como prioridade pelo presidente Michel Temer, o projeto precisa do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores para ser aprovado. Com o objetivo de suspender a votação, duas senadoras chegaram a recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro da Corte Luís Roberto Barroso analisou pedido semelhante, mas negou.  A PEC prevê que a fixação do teto para os gastos seja válido por 20 anos, a partir de 2017, com a possibilidade de revisão a partir do décimo ano de vigência. A proposta prevê que os gastos públicos totais serão reajustados com base na inflação oficial do ano anterior.

3ª Festa do Maracumbu
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Um dos seis sobreviventes do desastre aéreo que vitimou a equipe do Chapecoense no último dia 28, o jornalista Rafael Henzel, da rádio Oeste Capital FM 93,3, relatou detalhes sobre o que aconteceu no momento do acidente, em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo. Segundo Henzel, ele estava em uma poltrona na traseira do avião, ao lado do repórter Renan Agnolin, colega na mesma rádio, e o cinegrafista da RBS Djalma Araújo Neto, ambos mortos com a queda. Ele estava no banco do meio. "A gente perguntava para os comissários: quanto faltava? Dez minutos. De repente, desligaram as luzes do avião. Desligaram os motores. E aí todo mundo voltou pro seu assento e... colocou o cinto.  A hora em que isso aconteceu causou um certo temor. Mas ninguém, ninguém imaginaria que a gente bateria naquele morro", contou. Ele afirma que não houve alerta por parte da equipe da companhia aérea sobre o que estava acontecendo. "Nenhum segundo alguém da cabine ou comissário falou: 'coloquem os cintos de segurança porque há risco disso ou daquilo'". "Nós ficamos voando... sem saber absolutamente nada do que iria acontecer". De acordo com o jornalista, ele percebeu temor na atitude de alguns comissários de voo. "Dois dos sobreviventes estavam trás de mim. Dois bolivianos. Eu reparei que houve uma aflição muito grande. Por parte da comissária que sobreviveu. Ela foi pro lugar dela, ela colocou o cinto de segurança. Eu vi ela muito aflita. E quando ela ficou muito aflita, a aflição tomou conta". No momento da queda do avião, que se chocou contra uma montanha no povoado de Cerro Gordo, próximo ao aeroporto de Medellín, na Colômbia, não houve pânico. "Um silêncio assim, estarrecedor. A gente não sabia o que estava acontecendo. Até que veio o choque". Ele disse não se lembrar da pancada, mas recorda-se do momento em que começou a chegar o resgate. "Primeiro achei que era um filme. Achei que era um sonho. E que ia despertar logo desse sonho. Comecei a observar que vinha gente com algumas luzes, os socorristas. E aí eu comecei a gritar. Comecei a chamar por socorro, dizendo que eu estava ali". Ele estava preso em duas árvores. “E aí com árvores em cima das minhas pernas". Neste momento, ele percebeu que Agnolin e Araújo Neto estavam mortos. "O momento mais triste pra mim foi ver os dois colegas meus do lado... chamei pelos dois. Lamentei muito. Mas tive que buscar forças, apesar de estar com sete costelas quebradas. Não foi fácil, nada fácil mesmo. Chovia, 12 graus de temperatura. Foi muito íngreme a subida. Não tinha trilha de onde a gente estava. Os socorristas foram fortes". Henzel considera um milagre o fato de ter sobrevivido e espera por justiça.  "O que eu fico mais impressionado é que as pessoas morreram não por uma falha mecânica. As pessoas morreram por uma falta de... discernimento. De um sujeito que, de repente, por uma economia boba... Isso é revoltante".
 

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Para pagar mais barato nas ligações de celular, muitos brasileiros costumam ter mais de um chip no mesmo aparelho, ou usar vários aparelhos. Assim, é possível ligar para o número de uma mesma operadora pagando menos e, às vezes até de graça. Mas esse hábito está mudando no país, porque o preço das ligações entre operadoras diferentes vem sendo reduzido nos últimos anos.  “Isso reduziu o fenômeno do 'consumidor com todos os chips'. O motivo principal para ter os chips de todas as operadoras era economizar. Com preços menores de ligações para operadoras distintas, o consumidor percebeu que poderia ter somente um chip. Com isso, temos a redução do número de linhas, pois muitos planos pré-pagos estão sendo desativados”, explicou o pesquisador em telecomunicações do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Rafael Zanatta, à Agência Brasil.  Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com preços menores para chamadas entre operadoras diferentes, o mercado de múltiplos chips perdeu espaço, gerando cancelamentos dos consumidores que possuíam linhas móveis de diferentes prestadores. Entre outubro de 2015 e outubro deste ano, foram desligadas 26,3 milhões de linhas de celulares no país, uma queda de 9,62%. Só entre setembro e outubro de 2016, a queda foi de 3,5 milhões de linhas. Atualmente, o país tem 247,4 milhões de linhas de celulares ativas. A queda maior foi na modalidade pré-paga. Em outubro do ano passado, 73,5% do total de clientes de celulares tinham linhas pré-pagas e, em outubro deste ano o percentual passou para 68,75%. A Anatel também aponta a desaceleração da economia como um dos motivos do encolhimento da base de acessos móveis. Outro fator apontado para a queda no número de celulares no país é a mudança na forma de comunicação dos brasileiros, que estão deixando de usar o telefone para falar e usando mais aplicativos de troca de mensagens. “As pessoas estão escrevendo mais do que falando. Preferem aplicações como WhatsApp e Telegram, pois são práticas e permitem uma comunicação mais fluida”, diz Zanatta. Segundo ele, os consumidores perceberam que precisam de apenas um telefone celular com um bom pacote de dados de conexão. “Todo usuário de WhatsApp precisa da internet como suporte. As pessoas querem conexão a todo momento”, diz. As operadoras de telefonia apontam ainda outro motivo para a queda no número de linhas de celulares ativas no último ano: o aumento de impostos sobre o setor de telecomunicações em alguns estados. Segundo o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, 12 estados aumentaram o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a telefonia em 2016. “Na medida em que você aumenta o imposto sobre a voz, você vai empurrando a população para os serviços de texto que não pagam imposto nenhum. É um contrassenso o que os estados estão fazendo”, reclama Levy. As informações são da Agência Brasil.

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