Foto: reprodução

 Com as notícias do tão temido jogo da "Baleia Azul", mães e pais ficaram apreensivos e com medo do caso. Após alguns sites publicarem uma nota dando conta que a notícia de que o jogo já estava acontecendo em Brumado, veio o inesperado. Recebemos vários e-mails e até mesmo os comentários na postagem apontavam que alguns jovens, inclusive alunos estariam participando do jogo. Ainda não conseguimos contato com nenhum parente dos supostos jogadores, mas com base nos comentários existe a possibilidade do jogo ter chegado na cidade. O 'Jogo da Baleia Azul' é um dos assuntos que mais tem gerado preocupação no Brasil e no mundo. O passatempo, disputado pelas redes sociais, propõe ao jogador 50 desafios macabros que vão desde a automultilação até o suicídio. O game funciona como uma espécie de "siga o mestre" - quem dita as regras e propõe os desafios é um mentor, o qual envia aos participantes mensagens com instruções do que fazer e solicita fotos como prova do cumprimento das tarefas. Os jogadores geralmente são crianças e adolescentes, que, além de estarem mais suscetíveis a influências de terceiros, passam mais tempo em redes sociais. Tudo começa de maneira "leve" - no início, são delegadas aos jogadores tarefas como assistir a filmes de terror, ouvir músicas psicodélicas e desenhar uma baleia azul em um papel. Com o passar dos dias, os adolescentes chegam a ser desafiados a se pendurarem em lugares altos e se automutilarem, ou até tirarem a própria vida. 

Foto: Reprodução / ABN News

Por Aratu Online,

“O povo vai governar esta nação novamente”, disse Donald Trump, o 45º presidente dos Estados Unidos, em sua cerimônia de posse, no dia 20 de janeiro deste ano, em Washington. Na ocasião, o republicano reiterou pontos defendidos em sua campanha marcada por um discurso nacionalista e de restrição aos imigrantes. Chegou a enfatizar que busca “devolver a América aos americanos”. Curiosamente, durante o discurso ufanista e patriótico de Trump, um latino-americano cuidava da segurança da maior figura pública mundial. O baiano Alex Barros, 40 anos, fuzileiro naval nascido no interior da Bahia é um dos responsáveis pela guarda da Casa Branca nos primeiros meses da administração do novo inquilino presidencial.  Nascido em Feira de Santana, Alex passou a infância e parte da adolescência na cidade de Jequié, no sertão baiano (a 365 km da capital, Salvador). Saiu de lá aos 16 e foi viver nos EUA, após divórcio da mãe e desejo da família de recomeçar uma nova vida como imigrante. Franzino e inofensivo, quando deixou o sertão, estava longe de se tornar um soldado — ainda mais um soldado americano. Os fuzileiros navais, nos Estados Unidos, são conhecidos como Marines. Os treinamentos para integrar a fileira da escolta duram inicialmente seis meses (isto apenas de ensinamentos básicos, até evoluir para uma especialidade). A marinha americana conta com mais de 200 mil fuzileiros navais na ativa e outros 40 mil na reserva. Formam o maior corpo armado naval do mundo e, no lema, carregam uma obstinação cega às ordens presidenciais. “O Corpo de Fuzileiros Navais deverá, em qualquer momento, ser capaz de desempenhar as suas tarefas em fortes e instalações militares americanas, no litoral ou em qualquer outra missão em terra, onde o Presidente, em sua discrição, ordenar”, diz o slogan que embala a fidelidade do grupo. “No começo eu disse ‘Será que você vai aguentar isso?’ Mas ele gostou muito de ter se alistado no corpo de fuzileiros navais. Para mim, é motivo de orgulho”, declara Adroaldo Barros, pai do garoto, em entrevista por telefone ao Aratu Online. Ilustre em Jequié, a família Barros sempre foi associada à política local. O pai de Adroaldo já liderou a Câmara de Vereadores da cidade por inúmeros mandatos, durante as décadas de 1950 e 1960. Foi até prefeito interino do município. O próprio Adroaldo até hoje cuida dos inúmeros imóveis e terras da família. Coube a Alex levar o nome dos Barros para além das cercanias do sertão, alcançando uma dimensão nunca antes imaginada pelo seu avô. O pai conta que Alex se tornou um marine assim que atingiu a maioridade, aos 21 (no Brasil a maioridade passou a ser aos 18). Após a formatura, ele se especializou em sistemas de segurança. A dedicação em servir à nação o levou à caça ao ditador Saddam Hussein, por um ano e meio durante a Guerra no Iraque. Antes de cuidar da segurança de Trump ainda passou seis anos em missões americanas no Japão.  As aventuras de um “filho da terra” no exército americano passavam desapercebidas em Jequié até o dia em que Alex apareceu ao lado de Donald Trump, durante a posse. A partir daí sua foto passou a circular livre pelas conversas no WhatsApp dos jequienses e, assim, o fuzileiro se tornou o principal assunto da cidade por dias. Foi dessa forma que seu Adroaldo soube do novo ofício do filho. “Me mandaram o vídeo, eu nem sabia… Foi alegria demais”, confessa. Durante a conversa, o pai fez questão de reiterar o orgulho que sente pelo filho, mesmo que só entre em contato com ele vez ou outra via facebook, por onde nunca falam sobre preferências partidárias. “Não sei se ele é republicano ou democrata. Acho que ele é como eu, um apolítico”, explica, sem deixar de deixar umas alfinetadas no PT logo em seguida.

Foto: Divulgação

Está chegando a hora da Cavalgada mais esperada de todos os tempos! 4° Cavalgada Feijão Conquista, que acontecerá no dia 30 de abril, véspera de feriado, na Fazenda São Lucas, km-30 (Próximo a galinha caipira) em Anagé Bahia. Comidas e bebidas a vontade com bois no rolete e muito mais. Nesta edição, a produção mais uma vez surpreendeu e apresentou a cerveja oficial do evento - cerveja Skol, além de uma grade musical incrível! Os foliões vão curtir shows com as bandas; Boteco das Amigas, Netinho do Forró, Amado Batista e artistas regionais que farão participações. Prepare a sua comitiva, reuna o seu grupo de montaria, avise os amigos e venha para a Cavalgada do Feijão. Para maiores informações, entre em contato através do telefone; (77) 3424-6460.

Foto: Divulgação

À medida que aumenta a escassez de água na Bacia Hidrográfica do Rio do Antônio, tanto em consequência de fenômenos físicos como da degradação humana, acentuam-se os conflitos pelo uso da água. A construção do Açude de Truvisco, no Alto Rio do Antônio, Município de Caculé, tendo como propósito perenizar o Rio do Antônio, ao que parece só tem acentuado o conflito pelo uso da água, principalmente nos períodos de estiagem, uma vez que a água de Truvisco tem sido utilizada mais para a irrigação de culturas agrícolas, de pasto, piscicultura e a sua liberação para abastecimento humano a jusante, só tem ocorrido depois de muita discussão na Comissão Gestora do Açude e até representação no Ministério Público. A estiagem prolongada no Médio Rio do Antônio começa a trazer previsões dramáticas para os Municípios de Rio do Antônio e Guajeru. Estima-se que só haverá água disponível para o abastecimento nos próximos dois meses. Nesse sentido, a Câmara de Vereadores de Rio do Antônio realizou uma audiência pública, na manhã do último dia 15 de abril, que diagnosticou, discutiu as causas da crise hídrica naquele Município e ainda deliberou ações. A audiência contou com a participação de representantes da Prefeitura, EMBASA, CONTAG, do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável, do MODERA e de populares. A audiência foi iniciada por uma exposição do ex-Secretário de Infraestrutura de Rio do Antônio, Professor Antônio de Souza Lima, que apresentou um diagnóstico da crise hídrica naquele Município, incluindo os seus impactos sociais, ambientais e econômicos. Na oportunidade, o Professor Lima propôs a elaboração, discussão e aprovação de propostas para soluções a curto, médio e longo prazo. Sobre o gerenciamento dos recursos hídricos no Alto Rio do Antônio, disse que esse tem sido precário, acarretando o monopólio das águas de Truvisco por usuários dos Municípios de Caculé e Licínio de Almeida e privilegiando grandes áreas irrigadas, causando prejuízos às populações de Rio do Antônio e Guajeru, no que se refere ao seu abastecimento humano. Segundo o Professor Lima, a concentração de água em Truvisco está levando o Rio do Antônio literalmente à morte e sérias consequências aos ribeirinhos à jusante do Açude. A participação do MODERA na audiência se deu por meio do Coordenador, Capitão Henrique Moreira Rocha e do Secretário Geral, Jorge Valério Rocha Gomes, que propôs a convocação de uma reunião extraordinária da Comissão Gestora de Truvisco para deliberar a abertura da comporta do Açude e representação no Ministério Público, caso a demanda não seja atendida. O Presidente da Câmara, Vereador André Rogério Berkovitz Soares, por sua vez, colocou em votação a segunda proposta, que foi aprovada pelo plenário da audiência. Segundo a Presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Contas, Rita Braga, a Agência Nacional de Àguas – ANA realizará uma reunião na Cidade de Rio do Antônio, no próximo dia 04 de maio, para tratar da alocação da água de Truvisco.

Foto: Se liga Brumado

O presidente Michel Temer confirmou que a proposta de reforma da Previdência feita pelo governo reduzirá de 49 para 40 anos tempo de contribuição para aposentadoria com salário integral. “Acabou aquela história de precisar 49 anos para poder se aposentar. [O tempo máximo de contribuição] caiu para 40 anos”, disse Temer em entrevista ao telejornal SBT Brasil. De acordo com a nova regra, explicada pelo presidente na entrevista, o trabalhador poderia se aposentar com 25 anos de contribuição, recebendo 70% do salário. A partir daí, haveria um aumento progressivo do valor da aposentadoria para cada ano trabalhado. Nos cinco anos seguintes, 1,5% a mais e, a partir dos 31 anos de contribuição, o trabalhador teria um aumento de 2% no valor da aposentadoria. A possibilidade de mudança havia sido adiantada pelo presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, Carlos Marun (PMDB-MS). O deputado, no entanto, não tinha entrado em detalhes sobre o tamanho da redução no tempo de contribuição. Temer admitiu que o governo poderá propor uma idade mínima para mulheres menor que 65 anos. Ele disse que “não é improvável” haver uma mudança nesse sentido. “Não é improvável que nós tenhamos um tempo de contribuição menor para as mulheres”, disse o presidente. O presidente se reuniu com a bancada feminina da base aliada no final da tarde de hoje, junto com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o relator da comissão da reforma, Arthur Maia (PPS-BA), Marun, e outros membros da equipe que vem participando das várias reuniões sobre o tema. A idade mínima é, como disse o próprio Michel Temer, a “espinha dorsal” do texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, que trata da reforma da Previdência. O governo, para aprovar o texto, vem cedendo, como nos cinco pontos anunciados por Maia no início de abril, e no tempo de contribuição. As mudanças, nas contas da área econômica do governo, vai tirar R$ 200 bilhões da capacidade de redução do déficit da Previdência. “Pela área econômica, no projeto original haveria, no período de dez anos, uma redução no déficit de R$ 800 bilhões. Com essas negociações que foram feitas, acho que a redução cai para R$ 600 bilhões. A pergunta que se faz é a seguinte: é melhor reduzir o déficit em R$ 600 bilhões ou não fazer nada? Evidentemente que é melhor reduzir o déficit em R$ 600 bilhões”, disse Temer.

Páginas