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Adquirindo os produtos Quartzolar, o cliente estará adquirindo o que existe de melhor no setor, com os melhores preços, durabilidade e economia surpreendente, pois os produtos rendem muito mais, sendo destaque - recebendo o certificado de qualidade ISO9001. Os produtos deixarão o seu ambiente com um aspecto moderno, com um acabamento impecável e de fácil aplicação.  Para maiores informações e compras entre em contato através dos telefones 0800 024 3077 ou (77) 99145-8824, através do site www.quartzolar.com.br ou do endereço eletrônico (e-mail) sac@quartzolar.com.br.

Conheça os nossos produtos;

A Argamassa Quartzolar AC1, é uma argamassa de alta aderência composta de cimento, agregados minerais selecionados e aditivos especiais não tóxicos. Peso: 20Kg. AC1 é Indicada para assentamento de revestimento de cerâmica formato até 50x50cm em paredes e pisos em ambientes internos e superfícies com temperatura constante de 5ºC a 32ºC. Não indicada para áreas externas, piscinas, saunas e porcelanatos.

A Argamassa Quartzolar AC2, é uma argamassa de alta aderência composta de cimento, polímero, agregados minerais selecionados e aditivos especiais não tóxicos. Peso: 20kg. Indicada para assentamento de revestimento de cerâmica, uso interno externo, como garagem e passeios. Não indicada para piscinas, saunas e porcelanatos.

A Argamssa Quartzolar AC3, é uma argamassa de alta aderência composta de cimento, polímero, flexibilizantes, agregados minerais selecionados e aditivos especiais não tóxicos. Peso: 20kg. Por ser abundante em polímero, garante a aderência de revestimento com baixa absorção de água como piso, assentamento de porcelanatos, 80x80cm, pastilhas de porcelanas, pedras naturais, fachadas, ambientes aquecidos, como: saunas, piscinas e áreas com trânsito intensos de pessoas e veículos.

A Argamassa Quartzolar AC3 Branca, é uma argamassa de alta aderência composta de cimento, polímero, flexibilizantes, agregados minerais selecionados e aditivos especiais não tóxicos. Produzida com as melhores matérias-primas que existe no mercado de construção civil, possibilitando maior resistência e melhor trabalhabilidade. Com características branca, alta resistência e melhor acabamento. Peso: 20 kg. Por ser abundante em polímero, garante a aderência de revestimento com baixa absorção de água como o piso sobre piso, bloco de vidro, pastilha de vidro, porcelanatos, grandes formatos.

A Argamssa Quartzolar Especial Porcelanato, é uma argamassa colante formulada com aditivos químicos que garantem super aderência, super flexibilidade e resistência mecânica além de ser uma massa leve e possuir ótimo rendimento. Peso: 20kg. Indicada para assentamento de revestimento de cerâmicas, como porcelanatos de até 80x80cm em áreas internas e externas, em pisos e paredes.

O Rejunte Flexível Tipo II Quartzolar é um rejunte super liso, não trinca, antifungos, impermeável, composto de cimento polímero, agregados minerais, pigmentos inorgânicos e aditivos químicos. Peso: 1kg. Indicado para junta de cerâmica de 2 a 10mm em ambientes internos e externos, em pisos ou paredes. Não indicado para rejuntar juntas falsas e cerâmicas esmaltadas. Aconselhável usar 28% de água.

O Rejunte Resinado Porcelanato Quartzolar é um rejunte super liso, não trinca, antifungos e impermeável, composto de cimento polímero, agregados minerais, pigmentos inorgânicos e aditivos químicos especiais. Peso: 1kg. Indicado para juntas de cerâmicas de 1 a 16mm em ambientes internos e externos, como: fachadas, piscinas, saunas e porcelanatos, em pisos e paredes. Aconselhável usar 22% de água.  Agora que você sabe tudo sobre o assunto, é só passar nas melhores lojas do ramo e conferir a linha completa dos produtos QUARTZOLAR que vão deixar a sua obra ainda mais bonita e com um acabamento impecável.

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Por G1 BA,

A renovação da matrícula dos estudantes da rede estadual de ensino que frequentaram regularmente o ano letivo 2018 na Bahia será realizada de 26 de novembro a 17 de dezembro de 2018. Conforme a SEC, a renovação poderá ser feita presencialmente, nas escolas, ou através do sistema online, pelo Portal da Educação. Para a renovação da matrícula, a unidade escolar entregará aos estudantes uma carta que deverá ser devolvida à secretaria escolar, mediante protocolo. Caso a carta não seja entregue, o aluno poderá perder a vaga na unidade escolar onde estudou em 2018. A novidade deste ano, conforme informou a secretaria, é que a apresentação do cartão de vacina dos estudantes até 18 anos de idade se tornará obrigatório no ato da matrícula. O calendário escolar do ano letivo de 2019 da rede estadual está previsto para começar no dia 11 de fevereiro e terminar no dia 16 de dezembro. Conforme portaria publicada no Diário Oficial, os Núcleos Territoriais de Educação (NTE) poderão apresentar à Secretaria da Educação do Estado um calendário escolar diferenciado e que considere as peculiaridades locais, inclusive climáticas, culturais e econômicas das regiões. O mesmo pode acontecer com as escolas indígenas, quilombolas e do campo, considerando as atividades produtivas e socioculturais das suas comunidades. Em ambos os casos, o ano letivo terá carga horária mínima de 800 horas, distribuídas em 200 dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado à avaliação final. 

Foto: Reprodução / EBC

O Ministério da Educação (MEC) autorizou a transferência de recursos para que os estados brasileiros implementem a educação em tempo integral no ensino médio. De acordo com a Agência Brasil, serão liberados R$ 99 milhões, distribuídos entre todos os estados e o Distrito Federal, com exceção do Mato Grosso. A liberação foi feita no âmbito do Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. O objetivo do MEC é complementar o pagamento da primeira parcela de recursos correspondentes ao ano de 2019. As unidades federativas precisaram encaminhar planos de trabalho e também apontar unidades de ensino em que a nova modalidade de educação deverá ser implementada.  Cada estado pode usar o dinheiro para a remuneração de professores, aperfeiçoamento dos profissionais, intervenções na infraestrutura, aquisição de equipamentos entre outras necessidades das unidades escolares. 

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Por Agência Brasil,

O governo brasileiro assinou hoje (26) acordo com a indústria de alimentos para reduzir o consumo de 144 mil toneladas de açúcar até 2022. Isso representa, por exemplo, uma redução de até 62,4% do açúcar presente hoje em biscoitos. “Estamos gradativamente melhorando a saúde da nossa população”, diz o ministro da Saúde, Gilberto Occhi. “Dentro do que a OMS [Organização Mundial da Saúde] recomenda, vamos buscar sempre que o cidadão tenha informação e, gradativamente, com a redução do nível de açúcar desses alimentos, eles se tornarão mais saudáveis.” De acordo com o Ministério da Saúde, os brasileiros consomem, em média, 80 gramas de açúcar por dia, o que equivale a 18 colheres de chá. A maior parte, 64% desse consumo, é de açúcar adicionado ao alimento. Os outros 36% tratam-se do açúcar presente nos alimentos industrializados. A meta, seguindo a recomendação da OMS, é reduzir o consumo de açúcar, por pessoa, para 50 gramas por dia, o equivalente a cerca de 12 colheres de chá de açúcar. Se possível, esse consumo deverá ser reduzido para 25 gramas, aproximadamente, 6 colheres de chá. Segundo a OMS, o consumo de açúcar deve ser equivalente a até 10% do total das calorias diárias. Se possível, deve chegar a 5% das calorias diárias.  De acordo com o Ministério da Saúde, maus hábitos como alimentação inadequada, além de tabagismo, inatividade física e uso nocivo do álcool aumentam a obesidade em mais de 60%, o diabetes em homens em 54% e em mulheres, 28%. A estimativa de casos de câncer aumenta em 27,6% com esses hábitos. Segundo o ministro, é necessária também a conscientização da população, que é a responsável pela adição de açúcar nos alimentos. “[O acordo assinado] é uma parte, que é papel do Estado e da indústria, procurar oferecer ao cidadão alimentos mais saudáveis para que possa evitar doenças crônicas não transmissíveis”.  O acordo foi firmado com a indústria brasileira que se compromete a reduzir o açúcar em cinco categorias de alimentos: bebidas açucaradas, biscoitos, bolos e misturas, achocolatados e produtos lácteos. As metas serão monitoradas a cada dois anos e valerão para os produtos em cada uma das categorias que têm a maior quantidade de açúcar consumido pela população. Até 2022, os bolos reduzirão até 32,4%; as misturas para bolos, 46,1%; as bebidas açucaradas, 33,8%; os produtos lácteos, 53,9%; os achocolatados, 10,5%; os biscoitos, 62,4%. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), Wilson Mello, os termos do acordo assinado hoje foram discutidos ao longo do último ano. Desde 2007, vários acordos com a indústria são firmados para tornar os alimentos mais saudáveis. Primeiro, de acordo com Mello, foi pactuada a redução de gordura trans, depois, do sal.  “[Vamos] movimentar toda a indústria para que reduza, dentro do maior nível possível, os índices de açúcar nos alimentos. Fizemos isso com o sódio e vamos fazer com os açúcares”, diz. “É um compromisso, assinado agora, mas é movimento que vem sendo feito nos últimos anos sob demanda do próprio consumidor”. Assinaram o acordo o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que fará o monitoramento, a Abia, a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcóolicas, a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães e Bolos Industrializados e a Associação Brasileira de Laticínios.

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Por Agência Brasil,

O governo brasileiro assinou hoje (26) acordo com a indústria de alimentos para reduzir o consumo de 144 mil toneladas de açúcar até 2022. Isso representa, por exemplo, uma redução de até 62,4% do açúcar presente hoje em biscoitos. “Estamos gradativamente melhorando a saúde da nossa população”, diz o ministro da Saúde, Gilberto Occhi. “Dentro do que a OMS [Organização Mundial da Saúde] recomenda, vamos buscar sempre que o cidadão tenha informação e, gradativamente, com a redução do nível de açúcar desses alimentos, eles se tornarão mais saudáveis.” De acordo com o Ministério da Saúde, os brasileiros consomem, em média, 80 gramas de açúcar por dia, o que equivale a 18 colheres de chá. A maior parte, 64% desse consumo, é de açúcar adicionado ao alimento. Os outros 36% tratam-se do açúcar presente nos alimentos industrializados. A meta, seguindo a recomendação da OMS, é reduzir o consumo de açúcar, por pessoa, para 50 gramas por dia, o equivalente a cerca de 12 colheres de chá de açúcar. Se possível, esse consumo deverá ser reduzido para 25 gramas, aproximadamente, 6 colheres de chá. Segundo a OMS, o consumo de açúcar deve ser equivalente a até 10% do total das calorias diárias. Se possível, deve chegar a 5% das calorias diárias.  De acordo com o Ministério da Saúde, maus hábitos como alimentação inadequada, além de tabagismo, inatividade física e uso nocivo do álcool aumentam a obesidade em mais de 60%, o diabetes em homens em 54% e em mulheres, 28%. A estimativa de casos de câncer aumenta em 27,6% com esses hábitos. Segundo o ministro, é necessária também a conscientização da população, que é a responsável pela adição de açúcar nos alimentos. “[O acordo assinado] é uma parte, que é papel do Estado e da indústria, procurar oferecer ao cidadão alimentos mais saudáveis para que possa evitar doenças crônicas não transmissíveis”.  O acordo foi firmado com a indústria brasileira que se compromete a reduzir o açúcar em cinco categorias de alimentos: bebidas açucaradas, biscoitos, bolos e misturas, achocolatados e produtos lácteos. As metas serão monitoradas a cada dois anos e valerão para os produtos em cada uma das categorias que têm a maior quantidade de açúcar consumido pela população. Até 2022, os bolos reduzirão até 32,4%; as misturas para bolos, 46,1%; as bebidas açucaradas, 33,8%; os produtos lácteos, 53,9%; os achocolatados, 10,5%; os biscoitos, 62,4%. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), Wilson Mello, os termos do acordo assinado hoje foram discutidos ao longo do último ano. Desde 2007, vários acordos com a indústria são firmados para tornar os alimentos mais saudáveis. Primeiro, de acordo com Mello, foi pactuada a redução de gordura trans, depois, do sal.  “[Vamos] movimentar toda a indústria para que reduza, dentro do maior nível possível, os índices de açúcar nos alimentos. Fizemos isso com o sódio e vamos fazer com os açúcares”, diz. “É um compromisso, assinado agora, mas é movimento que vem sendo feito nos últimos anos sob demanda do próprio consumidor”. Assinaram o acordo o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que fará o monitoramento, a Abia, a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcóolicas, a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães e Bolos Industrializados e a Associação Brasileira de Laticínios.

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