Foto: Divulgação

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) iniciou nesta terça-feira (03) as inscrições para 5.185 vagas, sendo 2.715 para o integrado e 2.430 para o subseqüente, distribuídas em 19 cidades da Bahia: Barreiras, Brumado, Camaçari, Euclides da Cunha, Eunápolis, Feira de Santana, Ilhéus, Irecê, Jacobina, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso, Porto Seguro, Salvador, Santo Amaro, Seabra, Simões Filho, Valença e Vitória da Conquista. Podem se inscrever, estudantes que concluíram o ensino fundamental (para os cursos da forma integrada) e estudantes que concluíram o ensino médio (para os cursos da forma subsequente). Dentre as novidades deste ano, estão a possibilidade de inclusão da 2ª opção de curso, a exclusão da prova de redação, e a possibilidade de atendimento pelo nome social no dia da aplicação da prova. As inscrições serão realizadas até 16 de agosto, através da página do processo seletivo. O candidato que não tenha acesso à internet poderá utilizar as instalações físicas do IFBA para realizar sua inscrição. Nesse caso, é necessário entrar em contato com os campi ou com a reitoria e verificar os horários disponíveis. O edital do Processo Seletivo 2019 está disponível também na versão adequada à Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).  Caso o candidato necessidade atendimento diferenciado, é possível realizar a prova em braile. O valor da taxa de inscrição é de R$ 35. Os candidatos poderão solicitar, entre os dias 1º e 31 de julho, a isenção parcial. Para fazer a solicitação é necessário que o candidato comprove que cursou os últimos cinco anos em escolas públicas (para os cursos do integrado) ou que cursou todas as séries do ensino médio em escolas públicas (para os cursos do subsequente).  Os contemplados pagarão o valor de R$ 3,50, referente a 10% da taxa de inscrição. O IFBA reserva 50% das vagas para estudantes que estudaram em escola pública, conforme critérios e mapa de vagas disponibilizados aqui. Nesses casos, é necessário entregar a documentação de acordo com as especificações do edital e do calendário. As provas acontecerão no dia 21 de outubro.Mais informações pelo e-mail selecao2019@ifba.edu.br, nos telefones (71) 2102-0474 e (71) 2102-0470 e na página do Processo Seletivo 2019.

Foto: MANAN VATSYAYANA/AFP

Por Correio 24 horas, 

Neymar não é unanimidade entre os torcedores brasileiros. Amado por uns e odiado por outros, muito por conta do seu jeito irreverente, o atacante entrou para o time dos 10 maiores artilheiros da história da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, após marcar um gol na vitória de 2x0 contra o México, pelas oitavas de final do Mundial da Rússia.  Tem que respeitar a história do menino Ney, que já não é mais tão menino assim. Aos 26 anos, o jogador superou Garrincha, Zico e Romário em número de gols marcados com a amarelinha - eles têm cinco, cada - e se igualou a outros dois nomes históricos no sexto lugar da lista de maiores artilheiros da Seleção em Mundiais: Rivellino e Bebeto. O diferencial é que a dupla precisou de três Copas para atingir o número de seis gols em mundiais, enquanto Neymar fez isso enquanto ainda disputa o torneio pela segunda vez na carreira. A lista é liderada por Ronaldo Fenômeno, que soma 15 gols feitos ao longo de quatro edições de Copas do Mundo, embora só tenha jogado em três (1998, 2002 e 2006). À frente de Neymar, a história da Seleção ainda tem Pelé, com 12 gols, Jairzinho, Vavá e Ademir de Menezes, todos com nove, Rivaldo e Leônidas da Silva, que fizeram oito, e Careca, com sete. Neymar marcou seu primeiro gol em Copas logo na sua estreia, em 2014, quando o Brasil fez seu primeiro jogo do Mundial e venceu a Croácia por 3x1. Foram dois gols de Ney. Depois, fez mais dois na goleada por 4x1 diante de Camarões, ainda pela fase de grupos. Neymar só voltou a marcar em Copas em 2018. Fez um na vitória por 2x0 sobre a Costa Rica, pela fase de grupos, e outro contra o México, na quarta-feira (2).

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A partir desta terça-feira (3), o Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA) passa a oferecer a versão eletrônica da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A novidade estará disponível para o condutor que possui a CNH impressa no formato atual, com QR Code (código de barras bidimensional), e para o habilitado que tem certificado digital. A taxa do serviço custa R$ 67,10, com isenção para quem tiver o certificado. Um documento não exclui o outro e a carteira impressa continua valendo.  O motorista que possui a CNH antiga deve procurar o órgão e tirar uma segunda via ou fazer a renovação do documento, para adquirir a versão com QR Code e ter direito à carteira digital. Para acessar a CNH-e, o motorista precisa se cadastrar no portal do Departamento Nacional de Trânsito, que enviará por e-mail um link de ativação do serviço e criação de uma senha. Depois, ele deve baixar o aplicativo da CNH-e no celular, disponível nos sistemas iOs e Android. O acesso à habilitação digital não depende de sinal de internet. O site do Detran terá um atalho para o endereço eletrônico do Denatran. A partir de hoje, o Detran também vai oferecer mais comodidade aos proprietários de veículos. Após o pagamento do licenciamento, o documento poderá ser retirado no órgão, sem custo, no prazo de 48 horas. Quem não optar pela modalidade, deverá aguardar a entrega gratuita do licenciamento pelos Correios, em até 15 dias. "São avanços importantes, com o uso de ferramentas tecnológicas que facilitam o dia a dia do cidadão. Essa é uma determinação do Governo do Estado, no sentido de melhorar a qualidade de vida dos baianos que buscam os serviços de trânsito", ressaltou o diretor-geral da autarquia, Lúcio Gomes. As informações são do correio 24 horas. 

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Por Heloisa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil,

A Câmara dos Deputados pode votar nesta quarta-feira (4) a proposta que cria o programa Escola sem Partido. O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) para afastar a possibilidade de oferta de disciplinas com conteúdo de "gênero" ou "orientação sexual" em escolas de todo o país. Pelo texto do relator, deputado Flavinho (PSC-SP), cada sala de aula terá um cartaz com seis deveres do professor, entre os quais está a proibição de usar sua posição para cooptar alunos para qualquer corrente política, ideológica ou partidária. Além disso, o professor não poderá incitar os alunos a participar de manifestações e deverá indicar as principais teorias sobre questões políticas, socioculturais e econômicas. Segundo o relator, o problema da doutrinação política e sexual no ambiente escolar é “latente, crônico e traumático” e tem sido negligenciado ao longo dos anos no Brasil. “Há muitos anos, tem sido jogado para debaixo do tapete e acobertado sob o manto da liberdade de expressão e da liberdade de cátedra dos doutrinadores travestidos de docentes. Não podemos mais permitir que os alunos, parte mais vulnerável do processo, e suas famílias sejam constantemente atacados em seus direitos e vilipendiados em suas convicções pessoais”, afirmou o deputado à Agência Brasil. O projeto está pautado para ser votado na comissão especial criada para discutir o assunto e tramita em caráter conclusivo. Caso aprovado, pode ser encaminhado diretamente para apreciação do Senado. Como se trata de um tema polêmico, deputados podem recorrer para que a matéria também seja analisada pelo plenário da Câmara.  As diretrizes estabelecidas no projeto também devem repercutir sobre os livros paradidáticos e didáticos, as avaliações para o ingresso no ensino superior, as provas para o ingresso na carreira docente e as instituições de ensino superior.  O projeto inclui na LDB a ideia de que os valores de ordem familiar têm precedência sobre a educação escolar nos aspectos relacionados à educação moral, sexual e religiosa. Pelo texto de Flavinho, a lei entraria em vigor dois anos após aprovada.  Pela proposta, deverá ser afixado em todas as escolas públicas e privadas do país um cartaz com o seguinte conteúdo, que seriam os deveres do professor :

1. Não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para nenhuma corrente política, ideológica ou partidária;

2. Não favorecerá, nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas;

3. Não fará propaganda político-partidária em sala de aula, nem incitará os alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas;

4. Ao tratar de questões políticas, socioculturais e econômicas, apresentará aos alunos, de forma justa, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito;

5. Respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções;

6. Não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de terceiros, dentro da sala de aula.

José Cruz/Arquivo/Agência Brasil/Agência Brasil

A partir de hoje (30), as emissoras de rádio e televisão não poderão transmitir programas apresentados ou comentados por pré-candidatos às eleições gerais deste ano. A data está prevista no calendário eleitoral, aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo a Lei nº 9.504/1997, Artigo 45, Parágrafo 1º, a partir desta data, é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena, no caso de sua escolha na convenção partidária, de imposição de multa à emissora e de cancelamento do registro da candidatura. O primeiro turno das eleições está marcado para o dia 7 de outubro e o segundo turno, para 28 de outubro. Os eleitores vão às urnas para escolher presidente, governador, senador, deputados federais e estaduais/distritais.

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