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Um grande evento merece uma grande cerveja é com esse slogan que a produção do Brumado Sunset tem o prazer de comunicar que a Devassa Puro Malte foi escolhida para ser a cerveja desta grande festa que irá acontecer no dia 23 de dezembro no Parque de Exposições Gilson Brito. A atmosfera da alegria já começa a tomar conta de Brumado, com muita gente bonita e alto astral, o que já projeta que o evento será sensacional, ainda mais agora que será regado à esta grande cerveja que é a Devassa Puro Malte. Então o encontro já está marcado, você, o Brumado Sunset e a Devassa Puro Malte, uma celebração ao sucesso.

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As vendas para o Natal deste ano devem aumentar 4,8% na comparação com o mesmo período de 2016. Isso significa que a movimentação financeira deve chegar a R$ 34,7 bilhões em todo o país de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar de ser um período positivo para o varejo, quem quiser faturar precisa usar as melhores técnicas de venda e jogo de cintura para atrair a clientela.  Justamente pelo período proporcionar aumento nas vendas, a primeira atenção que o empreendedor deve ter é com o planejamento. Segundo Fabrício Barreto, técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-Bahia), é preciso considerar a formação do estoque e das estratégias que irão ser construídas para conquistar os clientes. “Se trabalha no varejo, quantos colaboradores precisará contratar? Quer alcançar quais resultados? Divida entre a equipe a meta que cada um deve ter”, recomenda o especialista.

Hora da venda;

Existem algumas variáveis que giram em torno da possibilidade de uma venda acontecer. Para Mário Rodrigues, diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas), a primeira é a necessidade ativa ou problema. “É aquela coisa que move a pessoa a levantar da cadeira e ir a uma loja; é uma necessidade que foi ativada”, explica. Ela dialoga diretamente com outro fator, a solução ideal. Nesse caso, se o cliente tem um problema, ele também idealiza uma forma de resolver e cabe ao produto, serviço ou marca apresentar esse resultado – isso inclui desde uma boa campanha até o atendimento. Outro fator que precisa ser considerado é a  abordagem ao cliente. Alexandre Lacava, especialista em liderança e vendas, explica que é muito comum o vendedor se deparar com pessoas diferentes. Isso significa que os desejos também serão distintos e o profissional deve entender que o seu gosto pessoal pode ir de encontro com o do cliente. “Às vezes, a jarra que eu curto pode ser ridícula pro meu cliente. Eu preciso ter essa percepção, entender o que é valor para ele e investir em baixo julgamento. Só assim é possível haver conexão”, orienta.  Jumara Santana é vendedora de roupa feminina há 18 anos. Quando era sacoleira, ia atrás das clientes. Hoje, após transformar o próprio quarto em uma loja, ela confessa que não é adepta da habilidade citada pelo Alexandre. “Eu converso como se conhecesse: ‘Olha que roupa linda, em São Paulo vende demais. E na minha mão é mais barato do que no shopping’”, conta. Por outro lado, se percebe que a venda não está dando certo, muda a tática: “Entendo que nem todo mundo segue a moda, então se não gostou dessa peça, vamos procurar outra juntas”. No final, ela diz que ninguém sai de mão abanando.

O maior pecado

Mário não tem dúvidas de que o maior pecado de um vendedor é apostar na clássica frase ‘posso ajudar?’. Não à toa, é provável que você já tenha respondido ‘não, apenas estou dando uma olhadinha’ mesmo quando havia interesse no produto ou serviço. Segundo ele, o erro está em atrapalhar o processo do cliente e demonstrar falta de empatia.  Para não correr esse risco, vale apostar no rapport – técnica que possibilita criar uma ligação de sintonia com outra pessoa. Mário indica que o primeiro contato seja visual. Depois disso, é preciso esperar um sinal, como um sorriso, para chegar ao cumprimento. É importante entender que essa saudação deve ser no ritmo e no tom da relação. Se o cliente está formal, seja; se for risonho, espelhe o comportamento. Só após essas etapas é possível sugerir o que consumir. Mas, atenção: sem enganação.

Cinco passos para fazer uma venda acontecer

1. Solução ideal:  Se o cliente tem uma necessidade ativa ou um problema, ele vai querer resolver. Faça com que o seu produto seja a solução ideal.

2. Prepare o terreno: Invista em uma campanha de marketing, aposte em uma nova vitrine e ofereça um bom atendimento. Tenha tudo preparado para receber os clientes.

3. Credibilidade: A experiência que o cliente terá durante a venda será determinante para a credibilidade do negócio. Se ele ficar satisfeito, voltará.

4. À frente do processo: No momento em que o cliente entra na loja já é preciso ficar atento a alguns fatores: o que ele olhou primeiro? Como pegou no produto? Como entrou na loja? Só assim é possível identificar o perfil dele.

5. Não seja invasivo: A clássica frase ‘posso ajudar?’ não ajuda em nada. Para gerar empatia, aposte primeiro no contato visual e espere o cliente dar um sinal - como um sorriso. Retribua e só então siga para o cumprimento. Ao fim você poderá conduzir a conversa e fazer sugestões.

Autor: Correo 24 horas

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Nenhum apostador acertou os seis números do concurso 1.993 da Mega-Sena ocorrido ontem (2), em Cardoso Moreira (RJ), segundo a Caixa Econômica Federal. Os números sorteados foram 06 - 17 - 33 - 48 - 50 - 57. A estimativa de prêmio do próximo concurso, que ocorre na próxima quarta (6), é de R$ 6, 7 milhões. Na Quina, acertaram 39 apostadores, que receberão R$ 42.108,85 cada. Já a Quadra, teve 3063 ganhadores, que receberão R$ 765,93 cada. A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília), do dia do concurso, nas mais de 13 mil casas lotéricas do país. O valor arrecadado com o concurso da Mega-Sena não é totalmente revertido em prêmio para o ganhador. Parte do montante é repassada ao governo federal para investimentos nas áreas de saúde, educação, segurança, cultura e esporte. Além disso, há despesas de custeio do concurso, Imposto de Renda e outros, que fazem com que o prêmio bruto corresponda a 46% da arrecadação. Dessa porcentagem, 35% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados (sena); 19% entre os acertadores de 5 números (quina); 19% entre os acertadores de 4 números (quadra); 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5; 5% ficam acumulado para a primeira faixa - sena - do último concurso do ano de final 0 ou 5. Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação. Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Depois desse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).

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A taxa básica de juros, a Selic, poderá chegar ao menor nível da história na próxima quarta-feira (6). A expectativa de instituições financeiras é que a taxa básica seja reduzida de 7,5% ao ano para 7% ao ano, na última reunião de 2017 do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Se a expectativa se confirmar, será o décimo corte seguido na taxa básica. Em outubro, o Copom reduziu, por unanimidade, a Selic em 0,75 ponto percentual, de 8,25% ao ano para 7,5% ao ano. Com essa redução, a taxa se igualou ao nível de maio de 2013. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, no menor nível da história, e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015, patamar mantido nos meses seguintes. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia. O diretor da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira, também espera por redução de 0,5 ponto percentual na reunião desta semana, porque a inflação baixa permite mais esse corte. A expectativa do mercado financeiro é que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), termine este ano em 3,06%, quase no piso da meta (3%). Essa meta tem como centro 4,5%. Para 2018, a previsão é que a inflação fique um pouco maior, mas ainda abaixo do centro da meta, em 4,02%.  No próximo ano, devem pesar nas decisões do Copom preocupações com os gastos públicos e a não aprovação da reforma da Previdência. Com indicações de que a reforma possa não ser votada, o mercado financeiro enfrenta oscilações, com queda da bolsa e alta do dólar. O dólar mais caro pressiona a inflação com o aumento dos custos de bens importados. Outro fator que vai influenciar o movimento do mercado são as eleições no próximo ano, a depender de quem serão só candidatos e quais estarão à frente nas pesquisas. “Isso pode trazer preocupações”, disse Oliveira. Mesmo assim, Oliveira disse acreditar que há alguma chance de o Copom voltar a reduzir a Selic no início de 2018 para 6,75%, porque ainda há um 12,7 milhões de desempregados no país, o que reduz a pressão sobre o consumo. Mas, na avaliação do diretor da Anefac, essa taxa deve voltar a subir no meio do ano. “Vai subir pouco: 0,25 ponto percentual. Não vamos mais voltar ao que tinha no passado”, prevê. Segundo Oliveira, consumidores e empresas ainda não têm o que comemorar com as reduções da Selic. Isso porque a diferença entre a taxa Selic e os juros cobrados nos empréstimos aos consumidores ainda é grande. “Só teremos uma queda efetiva e mais acentuada para os consumidores e empresas quando tivemos um ambiente de redução da inadimplência e uma melhora do quadro de desemprego, que reduz o risco. As taxas de juros ficarão por um tempo em patamares elevados”, acrescentou Oliveira. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, a tendência do Copom é baratear o crédito e incentivar a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação.

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Por Ivan Richard Esposito - Repórter da Agência Brasil,

Entre os anos de 2003 e 2016, praticamente metade dos 5.570 municípios do país foi obrigada a decretar, pelo menos uma vez em sete anos diferentes, situação de emergência ou estado de calamidade pública em virtude de secas e estiagens. De acordo com o relatório pleno de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil 2017, divulgado hoje (4) pela Agência Nacional de Águas (ANA), do total de cidades afetadas por longos períodos sem chuva, 1.794 são da Região Nordeste. No mesmo período, de acordo com o relatório, 48 milhões de pessoas foram afetadas por secas (duradoura) ou estiagens (passageiras) no Brasil. Ao todo, foram registrados 4.824 eventos de seca com danos humanos. Somente no ano passado, 18 milhões de habitantes do país foram afetados por fenômenos climáticos que provocaram escassez hídrica. Desse total, 84% viviam na Região Nordeste. Ainda conforme o relatório, o Nordeste registrou 83% dos 5.154 eventos de secas registrados no país entre os anos de 2003 e 2016, que prejudicam a oferta de água para abastecimento público, geração hidrelétrica, irrigação, produção industrial e navegação. Em sua terceira edição, o relatório pleno de Conjuntura dos Recursos Hídricos é composto por dados de mais de 50 instituições parceiras da ANA e faz uma radiografia da situação das águas do país. Conforme o levantamento, secas e cheias representaram 84% dos quase 39 mil desastres naturais entre 1991 e 2012, afetando cerca de 127 milhões de brasileiros. No período de 1995 a 2014, as perdas decorrentes desses problemas chegaram a R$ 182,7 bilhões. Em media, os prejuízos são de R$ 9 bilhões por ano ou aproximadamente R$ 800 milhões por mês. Se a seca causou impacto nas cidades nordestinas, o relatório mostra que as fortes chuvas e as cheias atingiram especialmente municípios do Sul do país. Entre 2003 e 2016, 47,5% dos municípios do país declararam situação de emergência ou estado de calamidade pelo menos uma vez por causa de cheias. Desses, 55% (1.435) ficam no Sudeste ou no Sul. “Ao contabilizar eventos de cheia, o Conjuntura informa que entre 2013 e 2016 um total de 7,7 milhões de brasileiros sofreram com os impactos dos diferentes tipos de cheias: alagamentos, enxurradas e inundações. Apenas em 2016, cerca de 1,3 milhão de habitantes sofreram com a água em excesso” diz trecho do relatório. No período, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul tiveram 44% dos registros de eventos de cheias associados a danos para pessoas no país. De acordo com o relatório, em média, por ano, do total de água retirada dos rios, córregos, lagoas, lagos e reservatórios no país, 46,2% vão para irrigação, 23,3% para abastecimento urbano, 10,3% para termoelétricas, 9,2% para a indústria, 7,9% para abastecimento animal, 1,6% para abastecimento rural e o mesmo percentual para mineração. Do total de água consumida no país, 67,2% são utilizadas para irrigação, 11,1% no abastecimento animal, 9,5% na indústria, 8,8% no abastecimento urbano, 2,4% no abastecimento rural, 0,8% na mineração e 0,3% nas termoelétricas. Segundo o estudo, a demanda por uso de água no Brasil é crescente, com aumento estimado de aproximadamente 80% no total retirado de água nas últimas duas décadas. “Até 2030, a previsão é de que a retirada aumente em 30%”, mostra o relatório. De acordo com a ANA, a evolução do uso da água está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e ao processo de urbanização do país.

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